03 abril, 2017

Elliv Nioj

Segunda...

Que Elliv Nioj passa por um período de 10 anos de limbo administrativo não é novidade, que cresce desordenadamente também, neste caso independente do alcaide em exercício, e resultado da total falta de planejamento urbano.

A novidade é que após passarmos 3 anos discutindo uma maneira de ordenar esta bagunça, regulamentando potencial construtivo, adensando, protegendo áreas verde, claro que não ficou perfeito, que não agradou a todos, nem tinha esta função.

Porém os nobres edis resolveram desfigurar, “jogar para a torcida”, cada um puxando para o seu eleitorado, sugerindo mudanças estapafúrdias, além de um grupo que insiste em liberar para uso misto a principal área de manancial de água potável do feudo.

Todos “olhando para o próprio umbigo”, pensando em lucrar usando a velha desculpa é que é pelo desenvolvimento, não passa de conseguir o direito de construir condomínios residenciais de áreas agrárias, entre outras coisas, como regulamentar construções irregulares.

Ainda têm a coragem de investir em publicidade para enganar a população, chamando o projeto de Vale Verde, puro embuste; isto que chamam de planejamento sustentável?


Assim caminha a mediocridade...

PS: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

31 março, 2017

Hoje tem frango...

Sexta...

Mais uma receita fácil, gostosa e, de certo modo, barata, uma boa pedida para os dias de hoje.

Frango à pizzaiolo
Ingredientes:
6 filés de peito de frango
150 ml de molho de tomate
6 fatias de muçarela
2 tomates médios em rodelas
Alcaparras
Orégano
Sal
Pimenta do reino
Limão
Preparo:
Tempere os filés com sal, pimenta e suco de limão.
Deixe marinar por 5 minutos
Cubra o fundo de um refratário com molho de tomate.
Grelhe os filés de frango previamente temperados e coloque-os sobre o molho.
Cubra cada um com uma fatia de queijo, rodela de tomate, alcaparras e uma pitada de orégano.
Leve ao forno médio preaquecido (150ºC) apenas para derreter o queijo e aquecer o molho.
Sirva com acompanhamento que preferir.


Bom final de semana...

29 março, 2017

Pingos sem is...

Quarta...

Vivemos na época da delação premiada, artificio que o réu dispõe para entregar seus comparsas e abrandar sua pena.

As em voga são as sobre os ilícitos financeiros contra o erário dos governos, pois mesmo as doações legais oriundas de dinheiro desviado tornam-se ilegais, sendo que não adianta o candidato dizer que não sabia a origem do dinheiro, similar a comprar um carro roubado que foi “esquentado”, perderás o carro quando descoberto, mesmo que tenhas comprado na maior boa fé.
Os que receberam este dinheiro ilegal devem ser punidos, não importando quem seja, nem qual o destino.

Porém devemos estar atentos, nem todo dinheiro para doações delatadas originou-se de forma ilegal e virou caixa 2, nem todo pedido de apoio financeiro é ilegal, embora esteja tornando-se difícil encontrar operação que se encaixe nesta situação.

Portanto cabe a nós eleitores cumprir a seleção do joio do trigo; como nossa justiça é lenta, permite “n” recursos, cassemos o mandato destes criminosos de fraque na urna, não os reelegendo. Simples assim...


Assim caminha a mediocridade...

28 março, 2017

Lista fechada...

Terça...

Publiquei este texto em 2014, mas creio estar atual, só farei algumas adaptações  "temporais".


Apesar de termos uma democracia invejada por muitos países, um sistema, de certa forma, confiável e rápido de apuração (não existe sistema perfeito), o que gera em alguns perdedores a desculpa da fraude na apuração, cada um “se agarra” onde pode para justificar a derrota, possui um defeito, nem sempre os mais votados para o legislativo assumem devido o proporcionalidade, porém é a regra do jogo, acordada com a anuência dos partidos.

O governo anterior enviou ao Congresso a proposta de troca de sistema eleitoral para voto distrital misto, que é uma combinação do voto proporcional e do voto majoritário.
Os eleitores têm dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas (partidos). Os votos em legenda (sistema proporcional) são computados em todo o estado ou município, conforme o quociente eleitoral (total de cadeiras divididas pelo total de votos válidos).
Já os votos majoritários são destinados a candidatos do distrito, escolhidos pelos partidos políticos, vencendo o mais votado.

Enquanto discutimos se adotamos este sistema há uma crescente pressão por mudança nos países que o adotam, como a Inglaterra e Estados Unidos, onde o movimento fair vote defende a representação proporcional.
Em contrapartida, um bom exemplo deste sistema é o criado na Alemanha, logo depois da II Guerra Mundial.
No sistema alemão, o eleitor tem dois votos: um para o candidato de seu distrito e o outro para uma lista de representantes de um partido político (lista fechada).

Após a eleição dos representantes distritais, são empossados mais outros candidatos, retirados da lista partidária, até que cada partido tenha representação global proporcional à fração dos votos que obteve com as listas partidárias.
Neste processo, o número total de parlamentares varia a cada eleição.
Dessa forma, um partido que não teve candidato vencedor em nenhum distrito, mas que recebeu 20% dos votos em lista partidária, ainda assim comporá 20% do parlamento; como não elegeu nenhum representante distrital, preencherá sua cota com os candidatos da lista.

Esse método impede situações como a ocorrida numa eleição provincial do Canadá, na qual o Partido Conservador recebeu 40% dos votos totais, mas não conseguiu maioria em nenhum distrito individual; nessa conjuntura, o partido não elegeu representante.
Porém, creio que aqui esta lista criaria um clientelismo extremo na maioria dos partidos, levando o eleitor a eleger representantes escolhidos pelo partido, não os que desejariam. 
O que, convenhamos, pelo nível dos nossos partidos, não é confiável.


Portanto, penso que ainda temos que caminhar muito e aprimorar nosso sistema, que ainda é um dos justos eleitoralmente, gostem ou não.

Assim caminha a mediocridade...

27 março, 2017

Lisarb...

Segunda...

Para os que não estão lembrados Elliv Nioj situa-se na região Sul do Reino dos Manguezais de Lisarb, sendo sobre este reino que discorrerei no breve texto de hoje.

Os nobres legisladores monárquicos, que são extremamente criativos, principalmente quando o assunto a contraria o seus eleitores, aprovaram na calada da noite um projeto que permite a terceirização da todos os serviços do reino, sem regras para estas terceirizações, deixando-as amplas, totais e irrestritas, ou seja, posso ser dono de uma empresa cujo único “contratado” seja eu, terceirizando todos os serviços.

Afirmam que isso gerará empregos, o que duvido muito, pois o que gera emprego é uma economia proativa.
Como nossos empresários prezam o lucro a qualquer custo a terceirização, como está vem a calhar.

Exemplificarei meu ponto de vista com uma analogia ao mundo animal.
Há uma empresa onde o leão é o presidente, trabalham para ele a zebra, que recebe 2 fardos de feno como pagamento, um pombo que recebe 2 sacas de milho e um peixe que recebe 2 kg de plâncton, ou seja, um animal de anda, um que voa e um que nada.

O leão resolve terceirizar e demite os três contratando a empresa Patos, que envia um substituto para ocupar o lugar e fazer o serviço dos três, um dos seus associados, um pato recém-formado que desempenha as 3 funções, só que anda mal, voa mal e nada mal, mas o custo reduzirá para 1½ saca de milho, com o pato recebendo ½ e a empresa ficando com 1.
Traduzindo, aumentando a exploração da mão-de-obra.

Não podemos permitir que isso prossiga desta forma. Ou podemos?

Assim caminha a mediocridade...


PS.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência.

24 março, 2017

Contrafilé recheado

Sexta...

Na onda da “Carne Fraca” eis minha resposta aos sensacionalistas.

Contrafilé Recheado
Ingredientes:
1,5 kg de contrafilé
400 g de linguiça Blumenau
Muçarela para churrasco
Cenouras em fatias (julienne)
250 ml de vinho tinto
60 ml de azeite extra virgem
1 dente de alho picado
Sal a gosto
Pimenta-do-reino branca moída
Azeitonas verdes recheadas
Ervas finas*
Barbante
Preparo:
Abra o contrafilé formando uma manta no sentido do comprimento, retire a gordura e a pele, salgue, acrescente o copo de vinho, o alho e as ervas finas.
Tire toda a tripa da linguiça, e  a coloque juntamente com a muçarela sobre a manta, acrescente as tiras de cenouras no sentido do comprimento. Acrescente mais ervas sobre a linguiça.
Salpique pimenta a gosto.
Enrole a manta, fazendo com que o recheio não saia pelas bordas.
Amarre com barbante.
Deixe marinando de 2 a 3 horas na refrigeração.
Coloque-a em uma assadeira, regue com azeite e polvilhe com mais um pouco de ervas, cubra com papel alumínio.
Pré-aqueça o forno a 200ºC
Asse por 40 minutos.
Retire o papel alumino e doure por mais 10 minutos.
Fatie e sirva.

*2 colheres de sopa de manjericão seco, 2 de orégano seco, 2 de tomilho seco, 2 de manjerona seca, 1 de alecrim seco,1 de sálvia seca.
Colocar todos em um processador e processar por um minuto.


Bom final de semana.

23 março, 2017

Sarcasmo...

Quinta...

Eis um bom exemplo do sarcasmo que o politicamente correto tanto odeia.



22 março, 2017

Pingos sem is....

Quarta...

Dois assuntos dominam as notícias, na nossa humilde opinião tomaram proporções dantescas.

O primeiro a histeria com a carne e seus subprodutos, são apenas 21 frigoríficos envolvidos, todos que utilizam o CIF, ou seja, o certificado que permite e circulação nacional.
Grande parte das carnes vendidas no país é distribuída por frigoríficos locais, no caso de Santa Catarina com gado, frango, porco, etc., produzidos no próprio estado, que possui um controle sério e exigente.
Em caso de desconfiança quanto às carnes embaladas, compre as “in natura”, no açougue, simples assim.

Outra questão que está causando burburinho é a da exclusão da PEC da aposentadoria dos servidores municipais e estaduais, o que está correto, pois não fere a autonomia (que é pouca) dos mesmos.
Deixando assim que cada um cuide da sua “casa” e assuma o ônus ou bônus, porém nos parece óbvio que seguirão o que for decidido nacionalmente, em alguns casos piorando, como já estamos vendo por ai em alguns estados falidos.

Já no pingo sobre Joinville deixo um pergunta para a PMJ:
Até quando deixaram a Rua Jerônimo Coelho neste estado de pós-guerra?
Até acontecer um acidente grave? Ou “choverem” processos para ressarcir danos aos veículos?


Assim caminha a mediocridade...

21 março, 2017

Balela...

Terça...


Lendo algumas notas no jornal notei que nosso atual prefeito partiu para o famoso “se não posso os derrotar uno-me a eles”.

Vamos aos fatos, todos sabemos do “ódio” que o IPPUJ tem difundir entre a população ao grande vilão do trânsito, o carro. Pois bem, nosso atual administrador foi picado por este dogma.

Isto significa que apoia a ideia de alijar os automóveis, ou seja, que usemos o transporte coletivo, que no caso local é privado, o que, no fundo, seria bom.
Por que seria?
Porque primeiro ele teria que existir, o que existe hoje não passa de um arremedo; já cansei de escrever, ônibus é transporte ultrapassado, poluente, de lotação baixa, desconfortável e de alto custo/benefício para o usuário.

Tudo esta “balela” sobre promover o uso do transporte coletivo de qualidade duvidosa vem da incapacidade de pensar seriamente em mobilidade urbana, isto demanda investimentos em avenidas, rótulas inteligentes, elevados (palavrão para eles), ciclovias seguras, canaletas exclusivas (literalmente) para o transporte coletivo, calçadas descentes e que privilegiem a acessibilidade.

Experimentem passear pelo centro da cidade, está péssimo para todos os modais (palavra que eles adoram), a desculpa oficial são as obras para controle das enchentes, cujo prazo de entrega é “sine die”, que quando as obras findarem tudo voltará ao normal.
Colóquio sonolento para gado bovino repousar.


Assim caminha a mediocridade...