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20 novembro, 2017

Manutenção

Retorno a assunto que já utilizei muito que é manutenção ou a falta dela.

Eliv Nioj possui alguns imóveis púbicos deteriorando, abandonados, a justificativa oficial é da falta de orçamento para as reformas, o que até pode ser verdade, mas não chegaríamos a esta situação se as manutenções de rotina tivessem sido realizadas, por exemplo, uma goteira pode ser facilmente resolvida como um realinhamento de telhas e/ou a troca das danificadas, caso não seja pode causar danos ao forro, à laje, elétricos, estruturais, etc.

Chegamos ao absurdo de termos um ginásio de esportes servindo de depósito de lixo hospitalar (móveis e afins) em área nobre do feudo, chegaram ao cúmulo de comprar um imóvel abandonado pagando caríssimo para ser sede da secretaria de educação e deixam-no lá, apodrecendo por não possuir recurso para terminar a obra (desculpa padrão).
O interessante é que fica por isso mesmo, nem os nobres Edis, nem o MP, exigem, no mínimo, explicações.

Outro assunto na verdade é uma sugestão, por que no lugar no nefasto terminal de ônibus no centro não copiam o que deu certo em um feudo próximo, criar com uma parceria pública privada (PPP) um shopping só com lojas das malharias, facções e afins locais?

Já sei a resposta, por total falta de imaginação e vontade de resolver a mobilidade urbana, será: “o terminal do Centro é ‘imexível’, essencial para os usuários”, ledo engano, com planejamento viário tudo se resolve.


Assim caminha a mediocridade...

30 outubro, 2017

Elliv Nioj...

“Estupidância”...

A cada dia que passa os nobres Edis surpreendem com a demonstração de como respeitam os anseios da comunidade, anteciparam-se aos senadores e estão regulando? os serviços de transporte, como agora é mais barato andar com este tipo de transporte, inclusive se forem 3 pessoas, dependendo trajeto, fica mais barato que ônibus, criam empecilhos.
O que fizeram, cederam as pressões dos taxistas e taxaram de maneira inconstitucional o serviço, como criar taxa para usar as ruas do feudo, absurdo, para isto já existe o IPVA.

Como em várias resoluções do feudo, toma-se decisão para beneficiar poucos em detrimento de muitos, na maioria das vezes baseadas no tal plano de (i)mobilidade, que, utopicamente, tem a intenção de alterar hábitos dos habitantes do feudo, ledo engano.

Sabemos que um dia o feudo foi o das bicicletas, das flores, foi, passado, o mundo andou, até as flores andam escassas, infelizmente.
Embora seja plano, o feudo é quente e úmido, possui índice pluviométrico alto, poucos possuem a habilidade de pedalar carregando um guarda-chuva e chegar encharcado e sujo no trabalho ninguém merece, embora eles pensem que sim.


Assim caminha a mediocridade...

16 outubro, 2017

Elliv Nioj...

Inépcia...

Quando escrevo que Elliv Nioj passa por um período obscuro em termos administrativos alguns dizem que estou exagerando, pois bem, o atual alcaide reclama de falta de dinheiro, culpa os servidores, alega que “custam” mais de 50% do arrecadado, o que por si só já demonstra haver algo errado, pois há uma dicotomia, muitos contratados e faltam servidores em diversas áreas.

Porém, voltemos a falta(?) de  dinheiro; para quem não sabe, nestes últimos anos a alcadia devolveu 1,6 bi de manguetas para o reino, dinheiro destinado a vários projetos sociais, de saúde e culturais, como o combate ao uso de dais e culturais, com o combate ao uso de drogas, por um simples fato, a falta de por um simples fato, a falta de projetos.
Ou seja, o “povo que se exploda”.

Tem mais, 100 milhões para as obras de (i)mobilidade estão travados, próximos de serem devolvidos também por total ausência de projetos, demonstrando a total inépcia da atual administração.
Será sobrará feudo até 2020?


Assim caminha a mediocridade...

02 outubro, 2017

Dúvida...

Segunda...

Primeiramente quero dar os parabéns ao alcaide, 7 greves em menos de 7 anos de governo, tudo graças a sua maravilhosa “geston”, como já discorri, a pior dos últimos 20 anos.

Faltam EPIs, uniformes, ou seja, condições mínimas de trabalho, pior, de segurança no trabalho, isto demostra a consideração que ele nutre pelos servidores, ou seja, servem para servir, nada mais.

Lembram do discurso da proteção às criancinhas? Apenas discurso.
Além da total falta de proteção ao embarque e desembarque dos alunos, agora a merenda escolar resume-se a uma proteína, a sardinha, sim, todos os dias os alunos só dispõem de pratos baseados em sardinha, ou sem qualquer proteína animal como ministra sem carne(?), não passa de sopa de legumes.
Ou seja, no melhor estilo Justo Veríssimo, “o povo que se exploda”.
Como a grande maioria dos alcaides reeleitos está realizando um segundo mandato MUITO pior que o primeiro, que foi pífio.

Para finalizar quero deixar uma pergunta aos nobres edis, que aceitam esta administração placidamente: vão continuar a trocar apoio por cargos ou vão legislar e fiscalizar em prol de Eliiv Nioj e seus aldeões?
Infelizmente já sabemos a resposta.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

18 setembro, 2017

Medidas desmedidas...

Segunda...

Quando a gente pensa que o alcaide de Elliv Nioj já chegou ao limite das medidas desmedidas ele se supera, desta vez prepara um “pacote” para não cumprir o acordo coletivo, podemos até criticar algumas vantagens deste acordo, mas se existe deve ser cumprido, alterar é trair a categoria, se bem que isto ele faz constantemente.

Devido a sua pífia administração gasta-se mais do que recebe e quem pagará esta conta são os servidores, alguns direitos como licença prêmio estão sendo desrespeitados, por exemplo, não permite que tirem, não aceita comprar ou quando aceita extorque com deságio de 20%.
Uma vergonha, além de ser quebra de promessa, muito servidores votaram nele acreditando na promessa de valorização profissional, pois havia saneado as contas do feudo, outra mentira deslavada. 

Nesta área (mentira) gostam de divulgar que obras estão atrasadas pelo não repasse dos recursos estaduais e/ou reais, pois bem, quando consultados, Estado e Reino, alegam que não repassam por falta de projeto ou por alteração sem apresentar o novo projeto, ou seja, são desmascarados, apesar de insistiram no mantra de transferir culpa.

Além de ser muito estranho obras que deveriam estar prontas desde quatro anos atrás não estarem por excesso de aditivos que as encareceram em mais de 2 milhões de “realecas”, ou não?

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

11 setembro, 2017

Elliv Nioj...

Segunda...


Existe uma máxima na informática que afirma “que nada que está tão ruim não possa ficar pior”, assim é a administração de Elliv Nioj, ou melhor, a falta dela.

Se existe uma área da há anos funciona bem é o ensino público feudal, entra alcaide, sai alcaide ele continua em bom nível, ou melhor, continuava, corre a boca miúda que o atual alcaide está demitindo os professores com carga de mais 40 horas para diminuir os custos deixando a vaga em aberto.

Espero, sinceramente que esta informação seja falsa, notícia “fake”, pois é de extrema burrice.
Ensino não é despesa, é investimento, embora os governantes não pensem assim, pois povo que estuda é povo que pensa que analisa, que cobra resultados, isto não é interessante, pois e assim fosse muitos deles não estariam no poder.

O melhor exemplo é caso do reino, onde ladrões se locupletam no poder há mais de 13 anos, delapidando sem pudor o erário.
Anos que vem tem eleições, chance de limparmos o reino, mas, infelizmente, no caso do feudo só em 1820.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

04 setembro, 2017

Incapaz...

Segunda...

Que a incompetência da atual administração de Elliv Nioj é impar todos sabemos, mas não precisavam passar o atestado.
O não saber realizar um projeto, uma licitação é notório e já foi amplamente divulgado e descrito neste blog, porém assumir que não tem capacidade para realizar um serviço que baseia-se em análise de leis é novo, vamos ao fato.

Assumindo total incapacidade a alcadia caminhou no sentido contrário aos demais feudos de porte similar, que lutam pela independência nesta área, decidiu devolver ao Estado o poder de decidir sobre os processos ambientais de âmbito feudal, a desculpa oficial é torná-los mais céleres, pois estavam gerando atrasos de seis meses em média, a demora é de tal monta que alguns projetos foram cancelados.

Será que esta é a solução? Não seria mais lógico treinar a equipe, colocar as pessoas certas nos lugares certos, especialistas no lugar dos apaniguados? Começando pelo responsável pela pasta.

Outro caso estranho é um incidente acontecido neste final de semana, um veículo da frota feudal foi incendiado no pátio da sub-alcadia, um ato criminoso que classifico como imbecil, porém a questão não é essa.
Para os que não sabem o atual alcaide criou a guarda feudal com a premissa de monitorar e proteger os logradouros, os bens e os imóveis públicos, sendo que, na verdade, só servem para multar.

Pois fica claro que não havia segurança algum protegendo a tal sub-alcadia, comprovando que a tal polícia feudal só serve para arrecadar, ficando longe da sua finalidade primordial.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência.

21 agosto, 2017

Dúvida...

Segunda...

Imaginem um feudo no qual a alcadia dispõe de 100 milhões de realecas para aplicar em infraestrutura e não utilizou nem 2% deste valor por falta de projetos, algo inadmissível, pois a mesma possui grande equipe para isto.

Ou ainda, não consiga realizar os poucos realizar os poucos projetos elaborados por pura incompetência na elaboração de licitação, sendo que os que estão em andamento estão parados ou a passo de tartaruga pela péssima administração dos recursos.
Pois este feudo existe, chama-se Elliv Nioj.

O interessante nisso é que o aldeão que reclama é o mesmo que elege e reelegeu o alcaide, acreditando da utopia do grande gestor, na história que os primeiros 4 anos foram para arrumar a casa e elaborar os projetos, que os tais seria aplicados no segundo mandato, tudo engodo eleitoral, que, aliás, deveria ser considerado crime.

E não podem dizer que não avisei que seria “mais do mesmo com requintes de inferno astral”, assim sendo, o fato de terem acreditado no engodo do grande gestor, não pesquisaram o passado, nos levou a mais 4 anos de marasmo, ainda faltam 2 anos e meio.

Quem sabe um dia aprendam, se bem que duvido (muito).

Assim caminha a mediocridade...


Obs.: Esta é uma obra fictícia, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência. 

07 agosto, 2017

Agulha...

Segunda...

Um dos periódicos do feudo trouxe na edição deste final de semana que determinada área do feudo necessita de investimentos, pois tem crescido muito nestes últimos anos, muitas vezes desordenadamente e em áreas ilegais, mas o ponto não é este.

Bom seria se só esta área do feudo demandasse investimentos, Elliv Nioj está carente de uma administração que zele pela população, sendo que isto não significa ser paternalista, mas propiciar transporte público eficiente eficaz, saúde e educação idem, cuidar da infraestrutura, que entenda que manutenção periódica é melhor e mais barata do que a que espera o problema surgir, que ao contrário de criar e aumentar impostos seja ágil na arrecadação dos atuais.
Que realmente pense em mobilidade urbana como um todo, não privilegiando modal “A” ou “B”, que saiba realizar uma licitação, pois tudo que depende delas na atual administração está adiado sine die, como a do estacionamento rotativo.

Na semana passada conversei com o responsável pelo trânsito do feudo e solicitei a repintura de algumas sinalizações de pista, a resposta foi que estão preparando uma licitação para contratar uma nova empresa, ou seja, esquece.
Assim como quando em uma reunião o atual secretário de planejamento afirmou que o novo plano viário, por sua complexidade, será contratado através de licitação, admitiu que eles não capacidade para realizar a tarefa (melhor não comentar).
Para quem sabe, era para estar pronto em Março, o atual é de 1773.

Sei que é mais fácil encontrar uma agulha em um palheiro do que um administrador deste quilate disposto a assumir o Feudo, mas não custa sonhar.

Assim caminha a mediocridade...


Obs.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade será uma doída coincidência.

10 julho, 2017

Espanto

Segunda...

Um fato interessante vem ocorrendo em Elliv Nioj e o que me espanta é a cegueira seletiva de parte de imprensa que critica uma das poucas coisas que a Alcadia tem feito direito, que é a briga pela manutenção do que foi aprovado na LOF (Lei de Ordenamento Feudal). Explico.

Com a implantação da lei algumas áreas do feudo receberam restrições de uso, ou melhor, regulamentação de altura de construções, tipos de comércio, de indústria, por exemplo. Porém não obriga o que estava funcionando antes de homologação da lei sair ou encerrar atividade, apesar de não permitir o acréscimo de modalidades ou a troca de finalidade.
Tudo isto pensando, em primeiro lugar, no bem-estar da população.

Pois bem, agora os nobres Edis solicitam alterações nesta lei para atender os empresários que se sentem prejudicados, pouco se importando com o entorno, chegaram ao cúmulo de solicitar alterações em áreas de preservação que obedecem a leis emitidas pelo Rei.

São pedidos que merecem, no mínimo, uma investigação do conselho de ética, principalmente em relação àqueles pedidos de alterações favorecendo A ou B, pois como dizia minha avó “tem carroço nesse angu”.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

03 julho, 2017

Mistério...

Segunda...

Estamos na torcida para que o MPR (Ministério Público Real) estenda seus tentáculos sobre Elliv Nioj, há anos temos alguns “causos” nas finanças do feudo não elucidados, assim como algumas decisões administrativas nebulosas.

Mas não nos alonguemos e vamos aos fatos; seria bom explicar como o feudo gasta milhões na saúde pública e ela está agonizando, por que as mesmas empreiteiras ganham a maioria das obras na infraestrutura, qual o real motivo de não haver licitação para o transporte coletivo, que está na mão de duas companhias privadas há quase um século.

São alguns mistérios que merecem ser desvendados, embora saibamos que sem uma grande investigação idônea continuarão assim.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência, até porque não deve haver uma cidade assim.

05 junho, 2017

Chuva

Segunda...

Elliv Nioj é um feudo que possui nível elevado de pluviosidade, portando chove com certa constância, o que, aliado as preamares pode causar alagamentos, até porque o centro do feudo está situado a -4m em relação ao nível do mar.

Não bastasse esta união, o principal rio que corta o feudo possui, nesta região, cerca de 18m de assoreamento, ou seja, está muito acima do seu leito normal. Como este assoreamento contém metal pesado (dizem) não sabem o que fazer com ele, assim sendo estão gastando milhões em soluções paliativas de eficácia duvidosa, que até o memento só serviu para esburacar um série de ruas, estragar as já péssimas calçadas e destruir uma bela praça.

Isto por si só já é motivo suficiente para atrapalhar de maneira impar a mobilidade urbana, porém algo pior, os motoristas locais ainda não aprenderam a dirigir em dia chuvoso, por mais incrível que possa parecer, é só garoar que parece que estão aprendendo ao dirigir, esquecem até regras básicas de tráfego, como carros lentos a direita, em contrapartida os condutores dos “autobus” dirigem em velocidade abusiva até para dias secos. Ou seja, uma bagunça viária.

Além de o feudo possuir um equipamento de custo elevado não respeitado que eleva muito a insegurança, principalmente nos dias chuvosos, o sinal para pedestres, não respeitado, pois pensam que por ter uma faixa de pedestre podem atravessar a hora que bem entendem, deixo sugestão para os azuizinhos, já que gostam tanto de multar, que multem os pedestres que não respeitam o sinal. Simples assim.

Assim caminha a mediocridade...

P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência

29 maio, 2017

Lorotas...

Segunda...

Em uma rápida pesquisa sobre as últimas campanhas políticas para alcaide de Elliv Nioj podemos verificar a enorme quantidade de promessas vazias do vencedor das duas últimas “pelejas”, não cumpriu nem a mais fácil delas, que foi a de reduzir os cargos comissionados, pois apesar de ter extinguido alguns criou outros.

No caso da cobertura do piso das ruas com asfalto ou, ao menos, lajotas, conseguiu ser pior que o alcaide anterior, fez menos em seis anos e meio (bem menos) que ele me quatro, ao menos na anterior a instalação do esgotamento doméstico “andou”, na atual estagnou.
Além das promessas utópicas de pontes que não saíram do papel, aliás, nem chagaram ao papel, pois não há projetos, só “blá, blá, blá”.

Prometeu sanar as finanças do feudo, prometeu valorizar os servidores, promessas vazias que deveriam caracterizar estelionato eleitoral.
O pagamento de fornecedores está como atraso de seis meses em média, não repassa a parte de empregador à previdência e “pedala” a dívida no ano posterior, só para citar alguns casos de improbidade.

No caso dos servidores, cassou ou postergou vários diretos, como licença prêmio, além de promover achatamento salarial, atualmente nem a correção da inflação aceita passar, apesar de ter elevado IPTU, taxa de Lixo, tarifa de água e esgoto bem acima da inflação, além da COSIP que sofrerá um aumento absurdo, pois passará a ser calculado por um percentual do total da fatura, como se quem consome mais fosse receber mais iluminação pública em relação a quem consome menos, senso que a mesma já é o abusivo valor de 10,73 manguesetas.

Fico imaginando como devem estar felizes os aldeões que trocaram seus votos por estas promessas vãs, vendo o feudo definhar a passos largos.

Assim caminha a mediocridade.


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência. Um prefeito assim já teria sido cassado pelo Ministério Público.

22 maio, 2017

"Pojetos"...

Segunda...

Uma coisa que aprendi com a vida foi que obra em casa, seja do tamanho que for; a primeira coisa a ser providenciada é o famoso aporte financeiro, inclusive e principalmente se formos utilizar recursos oriundos de terceiros.
Isto é primordial para a obra não ficar inacabada ou com a famosa solução “provisória para sempre”.

Escrevo isto por notara que está longe de acontecer na atual administração de Elliv Nioj, o atual alcaide não conclui uma obra sequer, algumas nem na metade chegaram, sem esquecermos as famosas pontes da promessa das duas campanhas, nem do papel saíram, quando existe papel, pois os projetos estão incompletos, quando existem.
È muito fácil colocar a culpa no Reino, no Estado, alegar que está tudo para por que não liberam as verbas, os financiamentos.

A aqueles que desconhecem as regras explico, dinheiro de origem pública para obras é liberado de acordo com o projeto, que deve ser completo, do arquitetônico ao de impacto ambiental, incluído o cronograma de execução, algo que parece muito complexo para a atual administração, aliás, para as últimas administrações.

Assim como o Reino, o feudo sofre com administrações pífias há mais de 13 anos, penas que as operações anticorrupção que estão ocorrendo no Reino não se estendam aos feudos.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

08 maio, 2017

System down...

Segunda...

Inabilidade da atual equipe da Casa Grande elliviense é incrível, a expertise desta área chegou ao departamento de tecnologia da informação, o que já era esperado, nos dias atuais é de fundamental importância o bom funcionamento desta área.

Quer dizer, seria, pois apesar de todo investimento em cabeamento óptico não investiram em servidores de acesso, em estabilidade do sistema, o que gera inconsistência na conexão, inviabilizando várias atividades.

Explico, usemos uma escola como exemplo, se o sistema de dados educacionais foi informatizado e utiliza um sistema que fica armazenado onde hoje chamamos de nuvem, que não passa de WAN (Wide Area Network), ou seja, rede de longa distância, para que funcione precisamos investir em velocidade de acesso, ter no mínimo um link redundante (reserva) e na outra ponta servidores com capacidade de absorção de muitos acessos simultâneos caso contrário o sistema terá grande possibilidade de travamento e, claro, que esteja disponível 24h por dia.

Isto está longe de acontecer, principalmente a estabilidade, o sistema “cai” constantemente, principalmente no inicio e final de semana quando os níveis de processos aumentam, seja por start ou closing dos dados.
Claro que para que isso aconteça precisa-se de uma boa equipe, daquelas que entendem e sabem o que estão fazendo.

Ou seja, a atual administração de Elliv Nioj atingiu o ápice da incompetência.


Assim caminha a mediocridade...

P.S.:Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

24 abril, 2017

Deriva...

Segunda...

A que ponto chegamos, o atual alcaide alardeia aos quatro ventos que o grande mérito da sua atual gestão é manter os salários em dia.

Pois bem, isto é o básico da administração, porém esta afirmação deve englobar todos os encargos sociais inerentes ao salário de cada servidor, ou seja, a parte do empregado e do empregador deve ser repassada para os órgãos em questão, como a Receita e a Previdência, já que funcionário público não possui FGTS.

Aqui aparece a inverdade, no montante que cabe a Previdência a parte do empregador não é repassada, criando uma dívida, prática executada há anos por diversos alcaides, que depois renegociam a dívida a juros irrisórios com prazos longos, extorquindo o trabalhador e lesando a Previdência.

Crime recorrente que fica por isto mesmo, com Câmara e MP fazendo vistas grossas em nome da uma falsa governabilidade.

Enquanto isso Elliv Nioj continua a deriva, são 10 anos de administrações pífias, que só fazem o feudo perder 40 anos em 4.


Assim caminha a mediocridade...

P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança será mera coincidência.

17 abril, 2017

Elliv Nioj..

Segunda...

Como nada está tão ruim que não possa piorar e o IPPUE se esmera em demonizar os automóveis, vem ai mais uma mudança no trânsito de Elliv Nioj em prol da (i)mobilidade urbana.

Não bastasse termos um lado de uma avenida de pista dupla, raras no feudo, inativo, pois ficou destinado aos ônibus que passam por ali a uma média de exacerbada de dois por hora, isto no sentido sul, porque no sentido norte não vi um por ali até hoje, o que demonstra a grande utilização para justificar tal medida.

Porém agora vem o suprassumo das medidas geniais, tornar exclusiva para ônibus umas das três, sim só três, ruas que cortam o centro, que além de engarrafar de vez diminuirá as parcas vagas de estacionamento existentes, além de prejudicar o acesso ao comércio e a Biblioteca Pública.
Aliás, não consultam ninguém para as mudanças de trânsito.

Parece-nos que similar ao que acontece no Reino, onde se descobriu que uma empreiteira governava-o desde o século passado, no feudo os proprietários das concessionárias de transporte coletivo que definem o trânsito ao seu bel prazer, usando a máxima que isto ajuda a baratear o custo da passagem, que não passa de um engodo, pois possuímos umas das mais cara do reino, certamente a com pior custo/beneficio.

Enquanto estes desmandos acontecem os nobres Edis gastam seu belo tempo, pagos pelos nossos impostos, discutindo o destino de 10 galos de briga.

Assim caminha a mediocridade...

P.S.: Ainda bem que esta é uma obra de ficção, uma cidade administrada a assim estaria fadada ao caos urbano. 

10 abril, 2017

Nada...

Segunda...

Um periódico local publicou uma entrevista com o atual alcaide onde avaliaram os primeiros 100 dias de governo, que no caso dele seria 466 dias de governo, para discorrer sobre as realizações, só tem um detalhe, é difícil falar sobre nada.
Sim, nada, ou melhor, conseguiu piorar MUITO a mobilidade urbana, pois o Feudo transformou-se em um canteiro de obras paradas.

Grande parte da entrevista obteve respostas no condicional, se a verba do Estado vier, se o Reino bancar, nada “anda” com o aporte do Feudo, mesmo com os bilhões de laeres (moeda local) arrecadados.
Se bem que o que esperar de uma administração que não cumpre nem as obrigações trabalhistas, como repassar o valor correto das contribuições previdenciárias?
Aliás, isto não é crime de improbidade?
Para quem não sabe improbidade é o ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da Administração Pública, cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta.

A desculpa oficial para não se tomar a atitude correta é a mesma usada pelos que cometem crime de usura, “não sou só eu, os outros também fizeram”, pois que se punam os outros.

Quanto as futuras obras ele está certo, algumas são inviáveis financeiramente, pois as indenizações sairiam mais caro que a obra.
Mas usar o “penso” para agilizar os deslocamentos no perímetro urbano nem pensar.

Portanto amigos preparem-se, termos mais 3 anos e 8 meses de mais do mesmo com requintes de inferno astral.

Assim caminha a mediocridade...


PS.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

03 abril, 2017

Elliv Nioj

Segunda...

Que Elliv Nioj passa por um período de 10 anos de limbo administrativo não é novidade, que cresce desordenadamente também, neste caso independente do alcaide em exercício, e resultado da total falta de planejamento urbano.

A novidade é que após passarmos 3 anos discutindo uma maneira de ordenar esta bagunça, regulamentando potencial construtivo, adensando, protegendo áreas verde, claro que não ficou perfeito, que não agradou a todos, nem tinha esta função.

Porém os nobres edis resolveram desfigurar, “jogar para a torcida”, cada um puxando para o seu eleitorado, sugerindo mudanças estapafúrdias, além de um grupo que insiste em liberar para uso misto a principal área de manancial de água potável do feudo.

Todos “olhando para o próprio umbigo”, pensando em lucrar usando a velha desculpa é que é pelo desenvolvimento, não passa de conseguir o direito de construir condomínios residenciais de áreas agrárias, entre outras coisas, como regulamentar construções irregulares.

Ainda têm a coragem de investir em publicidade para enganar a população, chamando o projeto de Vale Verde, puro embuste; isto que chamam de planejamento sustentável?


Assim caminha a mediocridade...

PS: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

27 março, 2017

Lisarb...

Segunda...

Para os que não estão lembrados Elliv Nioj situa-se na região Sul do Reino dos Manguezais de Lisarb, sendo sobre este reino que discorrerei no breve texto de hoje.

Os nobres legisladores monárquicos, que são extremamente criativos, principalmente quando o assunto a contraria o seus eleitores, aprovaram na calada da noite um projeto que permite a terceirização da todos os serviços do reino, sem regras para estas terceirizações, deixando-as amplas, totais e irrestritas, ou seja, posso ser dono de uma empresa cujo único “contratado” seja eu, terceirizando todos os serviços.

Afirmam que isso gerará empregos, o que duvido muito, pois o que gera emprego é uma economia proativa.
Como nossos empresários prezam o lucro a qualquer custo a terceirização, como está vem a calhar.

Exemplificarei meu ponto de vista com uma analogia ao mundo animal.
Há uma empresa onde o leão é o presidente, trabalham para ele a zebra, que recebe 2 fardos de feno como pagamento, um pombo que recebe 2 sacas de milho e um peixe que recebe 2 kg de plâncton, ou seja, um animal de anda, um que voa e um que nada.

O leão resolve terceirizar e demite os três contratando a empresa Patos, que envia um substituto para ocupar o lugar e fazer o serviço dos três, um dos seus associados, um pato recém-formado que desempenha as 3 funções, só que anda mal, voa mal e nada mal, mas o custo reduzirá para 1½ saca de milho, com o pato recebendo ½ e a empresa ficando com 1.
Traduzindo, aumentando a exploração da mão-de-obra.

Não podemos permitir que isso prossiga desta forma. Ou podemos?

Assim caminha a mediocridade...


PS.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a realidade será mera coincidência.