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11 setembro, 2017

Elliv Nioj...

Segunda...


Existe uma máxima na informática que afirma “que nada que está tão ruim não possa ficar pior”, assim é a administração de Elliv Nioj, ou melhor, a falta dela.

Se existe uma área da há anos funciona bem é o ensino público feudal, entra alcaide, sai alcaide ele continua em bom nível, ou melhor, continuava, corre a boca miúda que o atual alcaide está demitindo os professores com carga de mais 40 horas para diminuir os custos deixando a vaga em aberto.

Espero, sinceramente que esta informação seja falsa, notícia “fake”, pois é de extrema burrice.
Ensino não é despesa, é investimento, embora os governantes não pensem assim, pois povo que estuda é povo que pensa que analisa, que cobra resultados, isto não é interessante, pois e assim fosse muitos deles não estariam no poder.

O melhor exemplo é caso do reino, onde ladrões se locupletam no poder há mais de 13 anos, delapidando sem pudor o erário.
Anos que vem tem eleições, chance de limparmos o reino, mas, infelizmente, no caso do feudo só em 1820.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência.

02 maio, 2017

Democracia?

Terça...

Somos um País democrático embora pairem desconfianças sobre a lisura das eleições, presidencialista com constituição parlamentarista, laico com padroeira e feriados católicos, etc., ou seja, sui generis.
E, certamente, um dos mais, senão o mais, miscigenado do planeta.

Toda esta balela introdutiva foi para chegar ao ponto que quero “apimentar” hoje, somos realmente democráticos?

Democracia (demo – povo, cracia – governo), ou seja, governo do povo pelo povo, ou melhor, trazendo para os tempos atuais, governo que ouve o clamor do povo, entendendo como governo os três poderes, o novo triunvirato.

O problema atual é que os três estão surdos, por exemplo, o Senado, mantém o Portal de e-Cidadania, que possui a página de Consulta Pública na qual podemos opinar sobre as proposições em pauta, o que é bom.
Porém como notamos no caso da proposição sobre o Abuso de Autoridade que obteve rejeição absoluta pelo site e foi aprovada pelos Senadores, a opinião a ali depositada não é relevada. Seria um engodo?
Espero que não, que tenha sido exceção.

Outra questão; existe democracia quando o país não possui o povo plenamente educado, ou melhor, sem a educação plena? Aquela que permite ao cidadão ler e entender o que leu, saber discernir as propostas ideais das utópicas?

Enquanto o governo não acordar para o fato de que deve investir pesado na educação básica esta situação perdurará, o que não deixar de ser útil para grande parte dos governantes e postulantes atuais. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

11 outubro, 2016

Defasados...

Terça...

Reconhecemos a importância que damos a Educação e a segurança das crianças pelo respeito que temos ao transporte escolar, usarei o exemplo americano (Orlando-FL) para demostrar com estamos defasados.

Eles consideram o transporte escolar prioritário a qualquer plano de mobilidade, a tal ponto de que quando um ônibus escolar para, seja para embarque ou desembarque, expõem as placas de STOP (estão a direita e a esquerda), os demeais veículos estão OBRIGADOS a parar, não pode ultrapassar ou passar pela via contrária até que as placas sejam recolhidas, caso o façam serão multados.

Quem os multa? O motorista; anota a placa e a entrega para as autoridades.
Causa engarrafamento? Sim, irrita? Certamente, porém as autoridades entendem que a segurança dos alunos vem em primeiro lugar, simples assim.

Enquanto aqui colocam faixas de ônibus em frente as escolas em nome de uma tal (i)mobilidade urbana, inclusive com apoio de alguns “entendidos” e outros que ignoram a legislação.

Enquanto alguns pensarem que reforma educacional se resume a atualização curricular e/ou aumento de carga horária fica explícito que ainda temos muito a aprender.


Assim caminha a mediocridade...

05 outubro, 2016

Pingos sem is....

Quarta...

Saíram as análises dos resultados do ENEM com o atraso usual, porém reveladores.
Nosso Ensino Médio está péssimo, o que não é novidade, deixando claro que a reforma é mais do que necessária e urgente.
Embora um ponto seja crucial, inclusive tenho insistido neste ponto há anos, é o tal comprometimento.

De nada adianta trocar sistema de ensino, sem preparar professores, sem condições de trabalho adequadas, sem alunos dispostos a aprender.
Quem já esteve em uma sala de aula sabe que muito da qualidade da aula depende da interação dos alunos, assim como da habilidade do professor de conquistá-la.  Tudo isso anda em falta, a falta de comprometimento de ambos os lados.

Voltemos ao ENEM, existe uma dicotomia, ou melhor, uma dissonância entre o que se pede na prova e o que se pede na base curricular atual, que prepara para os vestibulares que costumam usar o estilo positivista na maioria das provas, bem diferente da prova do ENEM está mais para o construtivista.
Trata-se de uma prova que exige interpretação de texto, conhecimentos gerais e atuais e paciência para resolução, habilidades ausentes na maioria da juventude atual, que tem o perfil imediatista.

Portanto temos uma questão difícil de resolver, que, aparentemente, a nova base curricular proposta possa vir a resolver, já que “unifica” os estilo de avaliações vestibulares, arrisco afirmar que levará 5 anos para apresentar resultados, isto se houver o tal comprometimento, pois sem o mesmo será natimorta.


Assim caminha a mediocridade...

04 outubro, 2016

Sugestão...

Terça...


Conversando com um amigo sobre as opções que poderiam ser implementadas para ocupar nossa juventude nos horários ociosos, a ideia que nos ocorreu foi a mais óbvia possível, usar o esporte.

Em Joinville, como na maioria das cidades deste porte, existem quadras, ginásios poliesportivos municipais, além de diversas áreas públicas que poderiam ser destinadas para este fim, além de faculdade de Educação Física.

Assim sendo, não seria difícil, nem oneroso, criar escolinhas de diversos esportes utilizando como instrutores estagiários deste curso, inclusive pode-se atrelar o projeto ao aumento do desempenho escolar.
Inclusive as atividades podem ser ampliadas para outra as áreas, como a de Artes.
Lógico que esta sugestão não passa de um embrião, precisa ser melhor desenvolvida, até porquê aqui não é o espaço para isso.

Deixo de “presente” para os próximos prefeitos de diversas cidades e fico a disposição para auxiliar a elaboração do mesmo, sem custos, o de Joinville, lógico... :-)

27 setembro, 2016

Xis da questão...

Terça...

Em um jornal local na edição de ontem alguns candidatos a prefeito citaram a criação e/ou ampliação de um cadastro da saúde, uma ideia boa, que seria desnecessária se um programa do governo federal, lá do tempo do governo Lula tivesse sido levado a cabo.

Creio que muitos devem lembrar que tivemos que nos cadastrar no Cartão SUS, tenho o meu na carteira até hoje, pois ele permitiria o acesso ao sistema público de saúde.

A cada atendimento as informações do mesmo seriam inseridas no sistema, desta forma os dados estariam disponíveis em próximo atendimento, ajudando futuros diagnósticos.
Este cadastro estaria disponível inclusive para a rede privada, que também deveria alimentar o sistema.
Pois bem, como tudo deste governo, mesmo as boas ideias, ficou pelo caminho.
Hoje as clínicas têm seus sistemas próprios, desta forma temos vários cadastros, tendo que repetir os dados quando mudamos de clínica.

Outro assunto presente é o ensino em turno integral, o que é bom, porém de nada adianta turno integral sem professores comprometidos, sem inovações didático-pedagógicas, de nada adianta aumentar o número de aulas baseadas na técnica milenar de “cuspe e giz”; eis o grande “xis” da questão, como aumentar o número de aulas sem representar o aumento da mesmice?
Pois é, falar é fácil, quero ver fazer.


Assim caminha a mediocridade...

14 setembro, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

É triste ver pessoas defendendo a utilização de ideologia partidária na Educação, é só vermos o que acontece com as universidades federais que atrelaram-se a ideologia bolivariana do “lulopetismo”.

Darei um exemplo bem simples, a lista de obras literárias da federal de meu estado, com exceção de dois clássicos de língua nacional, as demais não passam de proselitismo com os autores locais, obras de qualidade mais que duvidosa, literatura que beira a pornografia, que é algo bem distante de ser sensual.

Livros que dificilmente seriam lidos se não estivessem nesta lista, inclusive a um que os alunos se recusam a ler, livro este que tive o “prazer” de ler, medíocre é elogio...

Assim sendo, ainda há muito a ser feito, a “limpeza” demorará, mas será feita; enquanto isto que sofre a população, neste caso específico os adolescentes que almejam um curso superior.


Assim caminha a mediocridade...

07 setembro, 2016

Pingos em is...

Quarta...

Abordarei dois assuntos que levaram-me a um certa indignação, um devido a mesquinhez e o outro sobre educação.

A imbecilidade tomou tal monta no Brasil atual que chegam a reclamar de um Presidente porque comprou um sapato chinês, a indústria de calçados nacional reclamou; isto significa que se ele resolver levar o filho a Disney nas férias o Beto carreiro deve reclamar, ou seja, um absurdo.

Quem reclama de uma coisa desta só olha para o próprio umbigo e não entende absolutamente nada de diplomacia.
O que pensarão da maioria dos brasileiros que há tempos não compram um tênis nacional, olhe a etiqueta de fabricação do teu e entenderás.

Antes de entrar no novo assunto quero deixar claro que sou a favor da desburocratização, mas tem algumas decisões que não fazem sentido, extinguiram o certificado de conclusão de curso, ou melhor, não é mais obrigada a sua emissão, caso a instituição deseja emitir está dispensadas do registro na Secretaria Estadual de Educação ou no MEC, de certa forma agiliza a emissão dos documentos, porém torna fácil a falsificação do mesmo.

Pois se com todas as regras anteriores já falsificavam, agora torna-se extremamente mais fácil, como esta resolução veio do tempo do desgoverno petita sucinta muitas desconfianças.


Assim caminha a mediocridade...

25 maio, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Só para variar um pouquinho estão colocando na conta dos professores a “esquerdopatia”, a ponto de discursarem que professor em sala de aula não pode ter liberdade de expressão, só professar sobre sou disciplina. Ledo engano.

Alegam que o mesmo possui plateia cativa, que fica atenta e aceita tudo que lhe é apresentado, desta forma, não possuindo senso crítico.
Isto beira ao absurdo, lógico que não devemos politizar aulas em favor de “A” ou “B”, mas furtar-se a comentar a realidade é omissão.

Uma boa escola não pertence a partido nenhum, pode possuir linhas de pensamentos pedagógicos, mas não proselitismo ideológico político, devendo deixar claro na contratação dos docentes que podem seguir a corrente política que quiserem, porém não misturar com o conteúdo programático.

Até por que, se vais demostrar preferência política partidárias prepara-te para receber críticas imediatas de discentes que confessam em corrente contrária e aceita-las.

Tolher direito de liberdade de expressão é ato de regime totalitário, seja de direita ou esquerda, o que, nos parece, é o que estamos lutando para evitar. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

18 abril, 2016

Elliv Nioj

Segunda...

Se existe algo para os habitantes de Elliv Nioj se orgulharem e a Educação, entra alcaide, sai alcaide, ela continua entre as melhores do reino.
Bem estruturada, com profissionais de bom nível, vem resistindo às sandices governamentais.

A mais recente diz respeito ao corte da verba para a compra de uniformes escolares com a alegação de que os estudantes já o possuem, portanto não precisam, só os novos alunos e/os que tenham crescido.
Como se pré-adolescentes não crescessem como mato em clima quente e úmido.

Que esta administração não acerta uma não é novidade, agora economizar em Saúde e Educação é burrice extrema.
Gostem ou não, aplicar em Educação Básica é fundamental o desenvolvimento do feudo, do estado do reino, resolve, inclusive, muitos problemas de saúde que nascem da falta de higiene, que embora deva ser ensinada em casa acabe sobrando para a escola.

Povo estudado aprende a pensar, analisar, decidir, algo que não é bom para alguns governantes, aliás, para a maioria deles.

Assim caminha a mediocridade...

PS.: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência. Ou não?

22 março, 2016

Alfabetizados?

Terça...

Queres entender por que existem tantos iludidos pelas artimanhas petitas?
Leia a matéria abaixo do JN da Globo, ela explica muita coisa.

Edição do dia 19/02/2016
19/02/2016 21h43 - Atualizado em 19/02/2016 21h43

Muitos brasileiros não entendem tudo o que leem, diz estudo

Estudo mostra que o Brasil reduziu o número de analfabetos. Hoje 73% sabem ler e escrever, mas 65% tem algum nível de dificuldade.


Uma pesquisa sobre alfabetização chamou atenção pra dificuldade que os brasileiros têm para entender o que leem. O reflexo disso aparece no mercado de trabalho.
Começamos pela notícia boa para os brasileiros. Nos últimos 15 anos o número de analfabetos no Brasil caiu de 12% para 4% da população. Se unirmos analfabetos com os que até leem o nome ou o letreiro do ônibus temos os analfabetos funcionais. Número que também caiu em 2001 eram 39%, hoje são 27.
A notícia ruim vem dos alfabetizados. Hoje 73% sabem ler e escrever, mas 65% tem algum nível de dificuldade.
Então de acordo com a pesquisa, só 8% dos brasileiros estão nesse melhor índice de alfabetização, conseguem ler e interpretar qualquer tipo de texto, por mais complicado que ele seja. Agora se a gente for olhar a divisão por trabalho, por área de trabalho, tem três setores que tem uma média bem melhor, até maior que o dobro da média nacional.
São eles: comunicação, artes e cultura com 26%, administração publica 18% dos trabalhadores desses setores estão nesse melhor nível de alfabetização e educação com 16%. Esses são os melhores resultados nacionais. Agora, vamos combinar que esses não são números muito bons não.
Os resultados são ainda piores em outros setores. Construção civil ou indústria tem só 3% no melhor nível de alfabetização. Comércio 10%. E a área de saúde apenas 11%.
“Saúde e educação encontram até um percentual de profissionais proficientes maior do que outros setores. Mas se você pensar especificamente nos dois setores, na importância do letramento, do alfabetismo, na saúde e principalmente na educação, o nível é baixo”, diz Ana Lúcia Lima, coordenadora da pesquisa.
Quer ver um exemplo? Muita gente que vai prestar concurso corre atrás de reforço.
“A maioria das questões não é você resolver o problema da matemática. Conta qualquer um faz. Só que você tem que pegar a interpretação do texto pra passar pra conta”, explica Alan Galvão, eletricista.
Mas como estamos falando de profissionais, já adultos e formados, os pesquisadores garantem que a melhoria da escola não vai resolver o problema desse pessoal. A ajuda tem que vir do próprio mercado.
Coisa que uma gigante do setor de vestuário já percebeu. Oferece para os funcionários cursos, aulas, programas pra estudar em casa. Foi um bom negócio?
“Treinar é muito melhor do que trocar, não só pelo custo, pelo desempenho. É um dos fatores de retenção muito claros da nossa equipe”, diz Michel Sarkis, empresário.
A matéria em vídeo esta´aqui - http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2016/02/muitos-brasileiros-nao-entendem-tudo-o-que-leem-diz-estudo.html
* O grifo é meu.

20 outubro, 2015

Educação

Terça...

Volto a um assunto que está virando rotina neste blog, Educação.

A infraestrutura no Brasil vem sendo relevada, está em terceiro plano, se estiver.
Considero infraestrutura o trinômio Transporte, Saúde e Educação, assim sendo, um grande passo para resolver os dois primeiros é investir em Educação.
Existe grande carência nas áreas de engenharia, medicina e docência, reparem que as duas primeiras não existem sem a terceira, o que ocorre é a inversão da pirâmide, anualmente são autorizadas muitas faculdades de engenharia, medicina, ET Cetera, e poucas pedagógicas, por um motivo simples, mercado.

A baixa procura por estes cursos levou a quase extinção dos mesmos, sobrevivem em instituições públicas, que, aliás, são poucas. 
Isto se deve a desvalorização profissional do professor, a baixa remuneração, a desunião da categoria, o alto custo da especialização e o péssimo exemplo de alguns profissionais, do descaso com a profissão, algo extremamente preocupante.

Ou o país passa por uma grande, e verdadeira, reforma educacional ou estaremos fadados a estagnação política-econômica-social, podem apostar.
Não me refiro ao sistema de ensino, mas a maneira de pensar e desenvolver o ensino.
País desenvolvido é país que investiu e investe na Educação, se não acreditam, pesquisem.


Assim caminha a mediocridade...

09 setembro, 2015

Pingos sem is...

Quarta...

Os maiores cortes do orçamento federal ocorrem nas obras de Infraestrutura, na Educação e na Saúde, áreas vitais para qualquer país.

A infraestrutura está tornando-se um dos, se não o principal, freios do crescimento, pois encarece o transporte de carga, quando não o inviabiliza, dificulta a distribuição da nossa produção agropecuária, que é enorme, assim por diante.

A Educação da tal Pátria Educadora vem piorando  em escala geométrica, os famosos planos eleitoreiros PRONATEC e FIES ficaram pelo caminho por total ausência de gestão, com início sem critérios de acesso criou-se um “elefante branco “,  faltou dinheiro, sem verba orçamentária “faliram” e levaram a demissão inúmeros professores.

Já na Saúde, há tempos nem o mínimo constitucional é investido, o que é, literalmente, um assassinato.
Aliado a esta incompetência está a corrupção, que já se tornou epidemia, espalhada de maneira vil por todas as áreas governamentais, por todos os níveis de governo. Este é o governo do PT.

Assim caminha a mediocridade...

23 abril, 2015

Quinta...

Educação, ou melhor, a falta que ela faz, que leva a ignorância, a intolerância...



22 outubro, 2014

Quarta...

Estes dias li um ótimo artigo sobre o uso de clichês como respostas às perguntas polêmicas, o que demonstra, ao menos para mim, que quem responde não tem a menor noção do que está falando, só digita pérolas decoradas.
Escrevo isto para chegar a outro ponto, inclusive já escrevi sobre ele, a falta de educação de alguns incautos usuários da internet, se não concordamos com as opiniões deles a única arma que possuem para continuar a conversa é a ofensa, quer ver se forem simpatizantes daquele partido que está há 12 anos usurpando e delapidando o país.
Como não conseguem defender, atacam, glorificando e negando os “mal feitos” (como diz a Presidente), inclusive os que já foram provados, julgados e condenados.
Incluo esta turma no rol da do primeiro parágrafo, aqueles que não sabem o que dizem, baseiam-se em informações inverídicas e defendem o indefensável.

Com sorte e competência, no dia 1º de janeiro vindouro, esta “turma” (para não ser mal-educado) estará deixando o país, muitos rumo a uma bela e confortável prisão.

26 agosto, 2014

Terça...

Ensino

De modo geral o ensino vem se degradando com o passar do tempo, teorias e mais teorias de ensino são lançadas, maquiadas, copiadas, requintadas, surtem alguns efeitos pontuais, nada além disso.
Muito tem se falado em reformar o ensino, em criação do turno integral, ou, atividades no turno reverso, tudo muito bonito, ideológico e só.
Terei a ousadia de propor um projeto para o ensino médio que prepare o aluno para a vida, incluído ai o vestibular das universidades públicas e o ENEM.
A primeira etapa é preparar os professores para o projeto, tanto técnica como didaticamente, estipular objetivos, metas de aprendizagem. Disponibilizar os melhores recursos pedagógicos e ensinar a usá-los, mantendo-os atualizados.
As turmas deverão ter 35 alunos, com seis aulas diárias de 50 min., o currículo básico do MEC será acrescido de empreendedorismo e mais nada.
O material didático será constituído por livros determinados pelos professores após uma análise criteriosa, ficando bem definidos os currículos das series sequenciais.
Deverá ser exigida pontualidade e frequência, elimina-se a aprovação automática e/ou qualquer outro recurso de “maquiagem” de índices de aprovação, definindo-se claramente os critérios de avaliação, que deverão ser completas, escritas, orais e práticas, visando as principais áreas de aprendizagem.
Sem esquecermos a disciplina, que deve ser exemplar, tanto dos educando quanto dos educadores, fator fundamental para gerar comprometimento.
Sei que não escrevo nenhuma novidade, muitos me chamarão de retrógrado, ou utópico, porém garanto, nem tudo que passou é ruim, muitas vezes funciona bem.

21 novembro, 2012

Quarta...

Será que se tivéssemos investido em educação básica, lá nos anos 70-90 estaríamos passando por esta onde de corrupção, violência, impunidade, etc., que vivemos atualmente?
Será que só o fato de propiciar uma boa educação seria suficiente?
Talvez não, mas seria um bom começo, uma população com bom nível estudantil costuma ser politizada, ter melhores condições de emprego, etc.
Mas isto é passado, este tempo não volta, precisamos de soluções agora, pontuais, com mudanças verdadeiras e duradouras; e, seguramente, não será "entupindo" os currículos mínimos com disciplinas de generalidades duvidosas que se chegará a algum lugar.
E também não é o número de horas que se passa na Escola que trono o ensino melhor ou pior, mas e a qualidade da que é feito nestas horas que fará a diferença. Pense nisso.
***
Mudando de assunto, alguém já presenciou estas entidades dos Direitos Humanos realizando alguma ação para defender e/ou ajudar as vítimas ou família delas das ações dos marginais que eles "correm" para defender nos presídios? Não precisa explicar, eu só queria entender.

05 novembro, 2012

Segunda...

Toda ano a mesma história, chega esta época, de matrícula nas escolas municipais de ensino fundamental, as filas se formam nas portas das escolas para conseguir uma vaga  destinada aos alunos novos. Isto deve-se a dois fatores básicos, a boa qualidade do ensino oferecido por elas e as poucas vagas/escolas existentes para o tamanho da demanda. Enquanto as escolas estaduais deixam a desejar, aos menos grande parte delas. Assim nos diz os índices do INEP.
Esta é uma equação complicada para o próximo prefeito resolver, pois assim como na saúde, por mais que se faça, pode-se melhorar, mas não resolver, sendo que mais qualidade atrai maior número de usuários para serviços que nos pertencem por direito constitucional, independente de classe social.
Portanto parabéns ao órgãos educacionais de Joinville, que a saúde chegue um dia a este patamar.

17 setembro, 2012

Segunda...
 
Sábado participei da OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) e alguns fatores chamaram-me a atenção. Fui fiscal de uma sala do nível 3 (Ensino Médio), na qual estavam inscritos 40 alunos, compareceram 10, isso mesmo 10, na sala da frente, dos 40 , apenas 4, por este simples podemos notar a falta de compromisso da juventude atual, mesmo concorrendo a bolsas de incentivo a pesquisa, ou seja, bolsa de estudos para a faculdade.
O melhor vem agora, claro que li a prova, 8 questões, resolvíveis em 15 min., lógica pura, de matemática mesmo só em uma questão de relação de triângulos. Após 45 min. decorridos, começaram a entregar a prova, praticamente em branco, ou, quando resolvida, apresentavam respostas, diríamos, equivocadas. A questão dos triângulos chamou-me a atenção, pois só um “tentou” resolver, então resolvi perguntar para uma aluna que entregara a prova qual a série que cursava e se havia e se conhecia o assunto daquela questão, a resposta foi 2º Ano e que não, não tinha visto aquele assunto ainda.
Se não me falha a memória, Pitágoras, relações de triângulos, são assunto de matemática do 9º ano do Fundamental e do 1º ano do Médio, portanto em algum destes anos a aluna dever ou deveria ter, ao menos, visto algo sobre o assunto, aprender, saber resolver envolve vários fatores, mas saber o que é, não.
A culpa é da aluna, não creio, a culpa é deste Ensino caótico, que nivela por baixo, com índices manipulados, como o IDEB, com a aprovação automática (ao menos em SC), com professores apenas compromissados com índice de aprovação, não com a aprendizagem do aluno, mal remunerados e com condições de trabalho que deixam a desejar.
Se não realizarmos uma reforma geral na Educação urgente a tendência é piorar a cada dia. Não adianta criar cotas para colocar o aluno na Universidade Pública, ele, com raras exceções, não conseguira se forma, desistirá no 1º ano, pois faltará a base e poucas Universidades se preocuparão com isto, em realizar um nivelamento.
E chega de inventar disciplinas, tem projeto até para colocar o ensino de “esperanto” no Ensino Médio, parece piada, mas infelizmente não é.
Vamos iniciar a reforma na base, ensinar Português e Matemática o resto é conseqüência.

10 setembro, 2012

Segunda...

Volto ao assunto Educação, já escrevi escrevi sobre a necessidade de investimentos em infraestrutura, em treinamento profissional, ou melhor, formação continuada, aplicação de tecnologia em sala de aula, etc. Porém esqueci da algo importante, lendo sobre os "campeões" das olimpíadas de matemática, química, física, etc, notei que a grande maioria dos melhores alunos vem de colégios militares, que possuem uma característica fundamental ao sucesso do ensino, a disciplina em sala de aula.
Podemos aplicar as melhores técnicas pedagógicas, possuir as melhores salas de aulas do país, equipadíssimas, se não mantivermos a disciplina, não obtivermos o controle da sala, de nada adianta. Claro que isso passa pela vontade de aprender e do apoio dos pais, porque sem a retaguarda familiar a Escola, sozinha, conseguirá muito pouco e produzirá cena com esta: