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19 outubro, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

O que leva um estudante a invadir uma escola?
Aliás, refazendo a pergunta, o que leva estudante do ensino público a invadir uma escola?

O lógico seria por melhores condições de estudo, por professores mais qualificados, dedicados, por que cumpra a carga horária, o programa curricular, mas não, estão servindo de massa de manobra para professores “esquerdopatas”, que enxergam a educação pelo viés doutrinador bolivariano, que são a favor do quanto pior melhor, principalmente quando não estão no poder.

A grande maioria deles não tem a menor noção do que trata a reforma do ensino médio, simplesmente acreditam em seus professores, que com medo de ter que trabalhar, são contra qualquer reforma que os tirem da zona de conforto.

Este é o tipo de ensino que defendem os lulopetitas, o que alicia jovem para a ação, pois são covardes, sabem que os jovens são protegidos pela lei.
Por estas e outras que sou favorável a Escola sem Partido, como eram no meu tempo de ensino básico, quando nos respeitavam e nos mostravam os dois lados, mostrando qualidades e defeitos, deixando decidíssemos o que seguir.

Mas isto não interessa aos “esquerdopatas”, seres pensantes não seguem a boiada, não se prestam a massa de manobra, até porque quem pensa não os segue.


Assim caminha a mediocridade...

28 setembro, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Primeiro deixo claro que sou favorável à reforma do Ensino Médio, aliás, tardia e necessária, porém quero retomar um assunto já descrito por estas parcas linhas.

O Ensino Fundamental, mais especificamente o Fundamental 1; de nada adianta reformar o Ensino Médio, mesmo que a mesma baseie-se no pífio resultado das avaliações, sem uma reforma ampla e pontual no Ensino Fundamental, o atual 2º ano possui onze disciplinas, sim uma criança de sete anos tem que conviver com onze disciplinas, sendo que esta é a idade certa para aprendermos a ler e escrever, somas e subtrações básicas.
Como temos este universo de disciplinas tudo vai sendo “aprendido” no estilo “mais ou menos”, sendo que sem boa base tudo que vem após fica prejudicado.

Muitos pedagogos espernearão, defenderão com “unhas e dentes” a diversificação das disciplinas, mesmo assim proporei uma grade curricular para as séries iniciais.

Seriam sete disciplinas, Português, Matemática, Inglês, Estudos Sociais, Ed. Física e Artes, com ênfase em Português e Matemática, as demais disciplinas seriam adicionadas a partir do 3º ano.

Não seria difícil, nem oneroso, apenas um rearranjo na grade curricular, simples assim.

Se bem que o que é simples não interessa aos grandes teóricos “pedabobos”.


Assim caminha a mediocridade...

03 maio, 2016

ENEM...


Terça...


Após equívocos históricos o governo federal acetar uma na Educação, o programa Hora do ENEM, um site da TV Escola que através de simulados cria uma plataforma de estudo para tão decantada prova de avaliação do Ensino Médio.

A divulgação do programa afirma que após a prova on-line o aluno recebe um “mapa” de estudo indicando quais das áreas de ensino deve melhorar, ou seja, faz um acompanhamento de estudo com o feedback da prova, o que, se realmente acontecer, será excelente, principalmente para os alunos dedicados.

Quem trabalha com ensino sabe o quão importante é este feedback para a consolidação da aprendizagem.

E confesso, há 28 anos trabalhando com informática educacional, poucos programas, principalmente sites, convencem-me de sua utilidade, a maioria não passa de enrolação marqueteira, enquanto este aparenta ser muito bom.

Porém nem tudo são flores, pecaram na infraestrutura o que complicou o acesso devido ao número de usuários, um erro previsível, porém, vindo do governo, esperado.

A solução não é difícil, porém demanda custo e ajustes na programação, pois precisa de aumento de banda, controle e gerenciamento de acessos eficaz, aliás, como grande parte dos sites governamentais.

E antes que perguntem se sei a solução, sim, sei, mas não sou pago para isso; e eles têm pessoal muito bem pago para resolver.

Assim caminha a mediocridade...

20 abril, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Para fazer jus ao nome do blog vamos a mais uma polêmica, principalmente após o show de horrores proporcionado pelos nobres deputados na votação pela aceitação do processo de impeachment.
Precisamos de uma reforma política urgente, abrangente, que crie regras e limites, não só para evitar a criação de partidos sem a mínima ideologia, mas, principalmente, para os postulantes a cargos públicos.

A primeira delas, fazer valer o projeto Ficha Limpa, inclusive ampliando-o, não poderá concorrer quem estiver sendo investigado por corrupção e/ou processos cíveis, já limitaria muito.
Criar idades mínimas para a ocupação de alguns cargos, principalmente os legislativos, que são os cargos que constitucionalmente mandam na cidade, no estado e no país.
Por exemplo, para vereador 21 anos, deputados (estadual ou federal) 30 anos, senado 45 anos, desta forma se exigira um mínimo de experiência de vida para a ocupação do referido cargo.

Assim como vincular níveis acadêmicos para os mesmos, no mínimo ensino médio completo, quando o ideal seria nível superior, não que isto garanta um nível muito alto, pois na última vimos um deputado de alto grau universitário cuspindo em outro, uma demonstração de falta de educação e descontrole incrível.
E não venham com as desculpas esfarrapadas de que quem vota pode ser eleito, isto é um sofisma tolo.

Outra medida interessante seria, como fazem alguns colégios e algumas universidades, criar um curso interno das referidas casas de nivelamento de português e matemática básica, desta forma, talvez, o nível dos discursos melhores, os esses voltem a fazer parte do plural das palavras e a utilização da colocação pronominal evite o “se chama-se”.

E antes que perguntem o porquê da matemática, a resposta é simples, para desenvolver o raciocínio lógico, pois sem ele não conseguimos estruturar um texto, com ele evitamos aqueles emaranhados de falas desconexas proferidas na votação. Simples assim.

Assim caminha a mediocridade...

26 agosto, 2014

Terça...

Ensino

De modo geral o ensino vem se degradando com o passar do tempo, teorias e mais teorias de ensino são lançadas, maquiadas, copiadas, requintadas, surtem alguns efeitos pontuais, nada além disso.
Muito tem se falado em reformar o ensino, em criação do turno integral, ou, atividades no turno reverso, tudo muito bonito, ideológico e só.
Terei a ousadia de propor um projeto para o ensino médio que prepare o aluno para a vida, incluído ai o vestibular das universidades públicas e o ENEM.
A primeira etapa é preparar os professores para o projeto, tanto técnica como didaticamente, estipular objetivos, metas de aprendizagem. Disponibilizar os melhores recursos pedagógicos e ensinar a usá-los, mantendo-os atualizados.
As turmas deverão ter 35 alunos, com seis aulas diárias de 50 min., o currículo básico do MEC será acrescido de empreendedorismo e mais nada.
O material didático será constituído por livros determinados pelos professores após uma análise criteriosa, ficando bem definidos os currículos das series sequenciais.
Deverá ser exigida pontualidade e frequência, elimina-se a aprovação automática e/ou qualquer outro recurso de “maquiagem” de índices de aprovação, definindo-se claramente os critérios de avaliação, que deverão ser completas, escritas, orais e práticas, visando as principais áreas de aprendizagem.
Sem esquecermos a disciplina, que deve ser exemplar, tanto dos educando quanto dos educadores, fator fundamental para gerar comprometimento.
Sei que não escrevo nenhuma novidade, muitos me chamarão de retrógrado, ou utópico, porém garanto, nem tudo que passou é ruim, muitas vezes funciona bem.

23 agosto, 2011

Terça...

Triste admitir, mas somos um povo que lê pouco e não sabe estudar, claro que uma coisa leva a outra, mas não justifica.
O histórico baixo investimento em educação fundamental, que perpassa por inúmeros governos, como vemos agora, em que se prefere investir maciçamente em educação tecnológica e universitária, com a maioria das escolas básicas em estado "deprimente", com professores despreparados e/ou desiludidos. Isto sim torna a frase inicial verdadeira.
De que adianta facilitar o acesso ao Ensino Superior se os alunos chegam sem saber ler, entendendo-se por "ler", ler e entender o que se leu, saber interpretar.
Esta é a verdadeira reforma educacional a ser realizada, tornar o Ensino Básico forte, que o resto se resolverá.