30 junho, 2015

Reset

Terça...

Na noite de ontem participei de um evento empresarial onde, para variar, houve diversos discursos, muitos deles inflamados, se não na potência vocal, mas no conteúdo, algo do tipo, o que o público local gosta de ouvir.
O que, na verdade, não está errado, porém gostaria que realizassem um terço do que falam, discursar é fácil (para alguns), assim como escrever, agora fazer é o que complica.
Porém sou forçado, em um ponto, a concordar com o Governador, não se trata de trocar pessoas, a reforma tem que ser muito maior, trocar o sistema que está aí, principalmente o político, faliu; esta política de clientelismo que impregnou o país nos últimos 12 anos, típica dos regimes socialistas para manter-se no poder, precisa ser banida.
Levou o Brasil há um nível de corrupção jamais visto, que por sua vez, levou a sistema que visa coibi-la, que trava a administração, principalmente as de pouca competência, que na verdade só visa, pois nota-se que atrapalha, mas não evita, aliás, está longe disso. Ou não?

Portanto, precisamos repensar o Brasil, como já escrevi, está na hora de um reset, antes que aconteça um shutdown. Simples assim.

29 junho, 2015

Segunda...

Elliv Nioj, assim como outros feudos, passa por uma crise de obviedade, a mais recente é projeto dos nobres Edis para exigir diploma de curso superior para alguns cargos de comissionados, o nome simpático para cargos que abrigam apaniguados políticos, ou não.
A solução é simples, se o referido cargo possui similar concursado deve ser preenchido pelos mesmos critérios solicitados no concurso, inclusive com isonomia salarial, caso não ocorra similaridade, exigir cursos superiores ou técnicos tem possuam relação direta com o curso escolhido, até porque isto visa qualidade, ou melhor, a qualificação do serviço.
Que se não é, deveria ser o principal objetivo do tal projeto.
Embora saibamos que objetividade e obviedade não sejam características dos atuais Edis, muito menos do atual alcaide.

Assim caminha a mediocridade...

26 junho, 2015

Sexta...

Trago uma receita (adaptada) das Astúrias, creio que o Jordi a conheça.

Fabada asturiana
Ingredientes:
700 g de feijão branco
1 linguiça de pernil
½ chouriço preto
200 g de bacon em cubos
1 cebola
1 folha de louro
1 dente de alho
2 tomates picados sem pele
2 cenouras médias cortadas em rodelas
1 copo de vinho branco
500 ml de água
1 cubo de caldo de carne
Molho de pimenta vermelha a gosto
Preparo:
Corte o chouriço preto em rodelas.
Coloque em uma panela antiaderente e frite até liberar a gordura.
Acrescente a cebola, o alho picado, a pimenta e a folha de louro.
Deixe refogar até dourar a cebola.
Acrescente a linguiça cortada em pedaços grandes, o bacon e o tomate.
Deixe apurar de 5 a 10 minutos.
Adicione as cenouras, o feijão, o caldo de carne e a água.
Deixe cozinhar até o feijão ficar macio.
Sirva com arroz branco.


Bom final de semana.

24 junho, 2015

Quarta...

“Intolerância: é uma atitude mental caracterizada pela falta de habilidade ou vontade em reconhecer e respeitar diferenças em crenças e opiniões. Num sentido político e social, é a ausência de disposição para aceitar pessoas com pontos-de-vista diferentes.”

Torno este conceito à tona por pensar que a intolerância a tudo que não é considerando politicamente correto está exacerbada, tudo ofende, magoa, avilta, denigre etc.
A vida não é e não será perfeita, do jeito que certas pessoas reagem torna-se “perigosa” e chata, tudo é motivo de revolta, até o último verbo (v.t.d.) do parágrafo acima gera enormes polêmicas.
Ofensas são propaladas de maneira vil contra quem ousa, mesmo que sem intenção, contrariar os dogmas desta turma, chega-se ao cúmulo de poder ser processado por manifestar-se contra alguma disposição a favor de uma, ou mais, classe, mesmo que a tal disposição seja inconstitucional.
A intolerância leva ao radicalismo, e desculpem-me, mas para mim, todo radical tem algo mal resolvido na vida, podem procurar que aparece.

Porém é melhor parar por aqui, pois assim como declarou o Tite (técnico do Corinthians), se “falar” tudo que penso serei processado.

23 junho, 2015

Terça...

É incrível como tem gente que gosta de achar pelo em ovo, ou politicamento correto está chato demais. É melhor parar por aqui.



22 junho, 2015

Segunda...

Continuamos com a saga de Elliv Nioj (já foi até clonada), hoje voltamos ao tema no qual o feudo é exemplar: Saúde.
Como sabemos, paciência é uma virtude que precisa ser exercitada continuamente para chegarmos próximos ao ideal. Cientes disto, os responsáveis pelos tratamentos preventivos e curativos anexaram o tratamento “Zen”.
Costumam deixar o paciente esperando por horas, mesmo quando só há ele para atender, desta forma testam até onde vai a paciência do dito cujo, caso ele reclame, acusam-no de “zen” paciência, de perturbar a ordem pública por não saber esperar, depois investigam a vida de tal pessoa para demonstrar que ela não era digna de receber atenção por atitudes passadas.
Ou seja, a universalidade da saúde, contida na constituição real, é jogada solenemente no lixo.
Apesar de estarmos no século XXI, a administração feudal está no século XIX; e o alcaide ainda tem a coragem de se recandidatar.
Assim caminha a mediocridade...


Obs.: Trata-se de um feudo virtual, qualquer semelhança com alguma cidade real é mera coincidência.

19 junho, 2015

Sexta...

A receita de hoje une frango, gengibre e alho, alimentos energéticos para ajudar nas pedaladas do final de semana.

Frango à brasileira
Ingredientes:
1 cebola
1 pedaço pequeno de gengibre fresco
2 dentes de alho
1 malagueta vermelha
2 colheres sopa de azeite
4 peitos de frango desossados e sem pele
5 tomates picados
200 ml de leite de coco
4 colheres sopa de coentro picado
1 limão taiti cortado em quatro
Sal
Preparo:
Descasque a cebola, gengibre e o alho.
Coloque todos estes ingredientes, mais a malagueta, em um processador de alimentos e triture tudo.
Aqueça uma frigideira, acrescente um fio de azeite e frite os peitos de frango até dourarem ambos os lados. Reserve.
Adicione à frigideira a mistura triturada e cozinhe durante 10 minutos, mexendo sempre para não grudar.
Acrescente o tomate e o sal (a gosto), deixe ferver.
Retorne o frango e cozinhe durante 15 minutos.
Se notar que o molho está ficando muito grosso acrescente um pouco de água.
Adicione o leite de coco e cozinhe por mais 5 minutos.  Desligue.
Salpique o coentro e sirva com o limão.

Bom final de semana.

17 junho, 2015

Quarta...

Vivemos um momento ímpar no Brasil, nunca, antes, na história deste país houve tanta corrupção como agora, e a impunidade esteve tão em moda.
As tais pedaladas, manobra fiscal que está além da ilegalidade, em um país sério levariam os responsáveis para a prisão, aqui, o Tribunal de Contas da União (TCU), órgão vinculado ao Congresso Nacional (que indica os membros), reconhece o crime fiscal e dá 30 dias para explicação.
Explicar o quê?
Que administrou pifiamente e precisou sacar a descoberto, que fez isso para que as contas não fechassem no negativo (outro crime), tudo verdade, porém não abonam nada. O crime de responsabilidade fiscal ocorreu e é passível de punição, neste caso a cassação.

Como escrevi, isto em um país sério, que não nos parece ser o caso. Ou não?