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29 março, 2016

Pedaladas...

Terça...

Muito me espantam algumas pessoas cultas como alguns compositores famosos compararem as “mega” manifestações contra a corrupção com a marcha das famílias de 64, embora alguns incautos defendam a intervenção militar, não é o caso da absoluta maioria que abjeta o atual governo.
Para aqueles que afirmam que os grupos guerrilheiros da época lutavam pela democracia trago este link - http://www.comunistas.spruz.com/guerrilha1.htm - que demonstra pelo que lutavam.

O fato de defender o atual governo é direito inalienável deles e de quem quer que seja, deve ser respeitado, assim como deve saber respeitar a opinião alheia e oposta.
A corrupção não pode ser encoberta com a desculpa da democracia, que se eleito está acima da lei, não pode ser deposto, que impeachment é golpe, tudo historieta para acalentar bovino.

E gostem ou não, as tais “pedaladas”, que grosseiramente são “sacar a descoberto”, tipificam crime de responsabilidade fiscal e deve ser punido, neste caso com o impeachment.

Simples assim.

06 outubro, 2015

Inerte, até quando?

Terça...

Era uma vez uma presidente que gostava de andar de bicicleta, que confundiu o governo com este esporte e praticou saques a descoberto nos bancos estatais para tentar cobrir contas governamentais, as famosas pedaladas.

Em suma, este dinheiro foi usado para encobrir os “rombos” orçamentários causados pelos benefícios sociais que garantiram a reeleição, além dos desvios, que não são poucos.
Claro que isso é crime de responsabilidade fiscal, e assim sendo, leva a cassação (difícil devido ao aparelhamento) e/ou ao impeachment (que precisa de 2/3 do Congresso), isto em um país que prima pela honestidade.

Como o órgão que confirma este tipo de crime, ou melhor, quem valida as contas governamentais é a Controladoria-Geral da União (CGU), que já deu sinais de reprovação das contas e comprovação do crime supracitado, a “turma” governamental iniciou um processo de difamação dos Ministros, de diminuição de poderes e de divisão do órgão, inclusive tentando o impedimento do relator, o que demostra o desespero para encobrir os malfeitos, termo adorado pela presidente.

Sendo assim, se não pelo dinheiro ilegal oriundo do “petrolão” utilizado na campanha, este governo é ilegítimo por crimes constitucionais, simples assim, gostem ou não.

A pergunta que fica é até quando a sociedade do bem aceitará este descalabro governamental inertemente?

17 junho, 2015

Quarta...

Vivemos um momento ímpar no Brasil, nunca, antes, na história deste país houve tanta corrupção como agora, e a impunidade esteve tão em moda.
As tais pedaladas, manobra fiscal que está além da ilegalidade, em um país sério levariam os responsáveis para a prisão, aqui, o Tribunal de Contas da União (TCU), órgão vinculado ao Congresso Nacional (que indica os membros), reconhece o crime fiscal e dá 30 dias para explicação.
Explicar o quê?
Que administrou pifiamente e precisou sacar a descoberto, que fez isso para que as contas não fechassem no negativo (outro crime), tudo verdade, porém não abonam nada. O crime de responsabilidade fiscal ocorreu e é passível de punição, neste caso a cassação.

Como escrevi, isto em um país sério, que não nos parece ser o caso. Ou não?