Quinta...
Ops... Era baiacu.
02 março, 2017
Ops
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Joinville - SC, Brasil
01 março, 2017
Pingos sem is...
Quarta...
O
impeachment foi corretíssimo, assim o governo Temer é legalíssimo, porém há
sérios indícios (até provas) de uso de dinheiro ilegal na última campanha presidencial
na “chapa” Dilma/Temer, o que leva a cassação da mesma, desta forma casando o
atual presidente.
Como
estamos além da metade do mandato a solução não é nada alentadora, além de
trocar o governo pela segunda vez em menos de um ano, quem assume é o
presidente da câmara (Deputado Rodrigo Maia), tendo 30 dias para eleger um(a)
presidente de forma indireta.
Como
é o congresso que tem esta função é, no mínimo, temeroso, mesmo sendo um
mandato tampão, ou seja, até o final do período presidencial; e convenhamos,
com a quantidade de congressista envolvidos na lava-jato não será fácil
encontrar alguém. Ou será?
Assim
caminha a mediocridade...
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Sucessão presidencial
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Joinville - SC, Brasil
24 fevereiro, 2017
Sexta...
Cheddar e bacon combinam,
doritos e cheddar também, então unindo todos e temos esta bela receita.
Quiche
de Cheddar, Doritos e Bacon
1 xícara de chá de
farinha de trigo
1 xícara de chá de doritos
esmigalhados
100g de Manteiga
Água
250 g de cheddar cremoso
2 Ovos
150 ml de Leite
100 g de bacon picado
Sal
Páprica picante em pó
Preparo:
Frite o bacon e reserve.
Em uma tigela adicione a
farinha de trigo, manteiga e amasse com as pontas dos dedos até que fique com
aparência de queijo ralado.
Adicione o doritos e
continue “sovando” adicionando água aos poucos até conseguir uma massa que dê
para modelar.
Forre o fundo e as
bordas de uma forma de no máximo 23 cm com esta massa.
Em outra tigela misture
os ovos, cheddar, leite até que fique bem homogêneo, tempere com sal e páprica
a gosto.
Coloque no fundo da
forma o bacon frito, junte o creme de cheddar com ovos e leve ao forno
preaquecido a 200°C por cerca de 30 minutos ou até dourar.
Sirva quente.
Bom final de semana.
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Joinville - SC, Brasil
23 fevereiro, 2017
Horário...
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Horário de verão
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22 fevereiro, 2017
Pingos sem is...
Quarta...
Ontem
li uma matéria interessante, o montante
devido pelos admiráveis empresários à previdência social daria para estabilizar
o sistema, cobrir o “rombo” e produzir uma aposentadoria justa.
Entre
os devedores estão Varig e Vasp, empresas extintas, porém seus ex-acionistas
não, o que não impede a cobrança da dívida, que não passa de um assalto ao
bolso do trabalhador.
Como
a justiça do trabalho é morosa, a fiscal poderia atuar forte, se recuperar a
metade já estabiliza o sistema, mas para isto precisa coragem de cobrar, e
executar a cobrança, dever para previdência é crime passível de prisão, que assim
o seja.
Como
um empresário que deve impostos, previdência, FGTS pode criticar algum governo?
Já
pelas bandas locais a desorganização na realização de obras é flagrante, abrem
várias frentes de trabalho e não concluem nenhuma, cronogramas não são
cumpridos, adiando a data de conclusão rotineiramente, sendo adiamentos de
meses (de março para junho, de junho para setembro...).
Por
que não concentram as equipes em uma obra de cada vezes, a acabam e partem para
a próxima?
Simples.
Porque teriam que planejar, ao que demanda pensar, organizar, ai a coisa
complica, não possuem esta capacidade.
Assim
caminha a mediocridade...
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Local:
Joinville - SC, Brasil
21 fevereiro, 2017
Sucateamento...
Terça...
O
sucateamento do país por quase 14 anos está flagrante; uma administração alicerçada
na corrupção ampla e irrestrita, onde poucos ganhavam (?) muito e comprava-se o
povo com migalhas, pois para quem nada tem, pouco é muito.
Como
a trupe espalhou-se por diversas administrações estaduais os reflexos estão aparecendo,
reparem nos estados em situação falimentar, todos sofrendo as mazelas deixadas por
administrações petistas ou vinculadas as mesmas, exemplos claros são os dois
Rios, o do Sul e o de Janeiro, que por melhor que fossem os governadores atuais
(não o são) teriam que tomar mediadas amargas, impopulares, sem demagogia, impossível,
talvez.
Porém,
se colorarem a situação às claras, sem maquiagem, sem medo de escancarar a
porta da corrupção, promovendo e apoiando punição dos responsáveis, a aceitação
seria um pouco menos dura.
Além
da saúde, educação, surge forte uma crise que afeta gravemente as citadas anteriormente,
a da Segurança Pública, que precisa de uma resposta urgente, sem delongas, uma
ação conjunta das polícias e o ministério publico, par usando uma frase bem
popular, botar ordem na casa.
É inadmissível
alguém não poder sair de casa porque marginais não permitem, nos parece que na
situação atuas o crime é organizado e a polícia não.
Sei
que virão com a história que se investir em educação, emprego e renda a situação
melhora, é verdade, só que a resposta tem que ser imediata; infelizmente fogo
se combate com fogo. Ou não?
Assim
caminha a mediocridade...
17 fevereiro, 2017
Sexta...
Sabem
aquela banana que está quase passando do ponto, eis uma sugestão para as mesmas.
Podem virar uma bela sobremesa.
Panquecas de banana
Ingredientes:
½
xícara de farinha de trigo
1
colheres de chá de fermento em pó
Sal
1 banana madura
1 xícara de leite
1 xícara de leite
2 ovos
½ colher de chá de essência de baunilha
½ colher de chá de essência de baunilha
Manteiga
1
banana
2
colheres de sopa de açúcar demerara
1
colher de chá de essência de baunilha
Preparo:
Em
uma tigela misture os ingredientes secos (a farinha, o açúcar, o fermento e o
sal).
Descasque
a banana e amasse bem como se fosse fazer uma papa.
Em
outra tigela, misture a banana amassada, o leite, os ovos e a essência de
baunilha até incorporar bem todos os ingredientes.
Acrescente
os ingredientes secos aos poucos na banana, misturando com a ajuda de uma
colher no preparado anterior.
Misture
todos os ingredientes até ficarem todos incorporados.
Não
bata em demasiado a massa, senão as panquecas ficam duras.
Aqueça
uma frigideira antiaderente e com a ajuda de papel de cozinha passe com um
pouco de óleo por toda a frigideira.
Deixe
aquecer bem, antes de colocar a massa das panquecas diminua para fogo médio.
Coloque
uma porção da massa na frigideira (uso uma concha) distribuindo do centro para
as bordas e deixe cozinhar até que a massa comece a formar bolhas.
Vire
e deixe cozinhar mais um pouco durante cerca de 2 minutos até dourar.
Repita
o processo até acabar a massa.
Não
se esqueça de ir untando a frigideira com um pouco de óleo, senão torna-se
difícil virar as panquecas.
Corte
a outra banana em rodelas.
Aqueça
uma frigideira e acrescente o açúcar e a essência de baunilha (ou água) e deixe
cozinhar até atingir o ponto caramelo mexendo com movimentos circulares.
Quando
o açúcar começar a apresentar uma cor dourada coloque as rodelas e deixe
cozinhar uns minutos de cada lado.
Sirva
sobre as panquecas.
Bom final de semana.
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16 fevereiro, 2017
Diferenças...
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Joinville - SC, Brasil
15 fevereiro, 2017
Pingos sem is...
Quarta...
Como
bitributação é proibida os governos costumam usar a “politributação”, como exemplo
usarei o câmbio.
Partindo
do princípio que a palavra câmbio é sinônima da palavra “troca”, ou seja,
troca-se uma moeda pela outra respeitando, ou não, as diferenças de valores, o
que é encarado pelo governo como uma situação de compra e venda, assim sendo
tributada.
Porém
reparemos em um detalhe, quando recebemos pagamos imposto (IR) sobre o valor
recebido, em média 27,5%, se usarmos um montante deste valor, por menos que seja
para a troca por qualquer moeda pagaremos novo imposto sobre este capital (IOF),
o mesmo valor para dois impostos de caráter financeiro, uma bitributação permitida.
Bom
seria saber para onde vai este dinheiro.
Já
pelas bandas locais alguns incautos tem se espantado com as obras inacabadas, é
verdade que tantas obras “pela metade” e tão mal feitas não víamos há muito
tempo, temos pela cidade muitas obras pela metade, mas com condições de uso, a
rodoviária é um exemplo, pelo projeto original ela deveria ter o dobro do
tamanho, a rua João Colin deveria estar duplicada, entre as mais recentes está
a avenida Marquês de Olinda, que em grande parte possui dias pistas, não quatro
como no projeto.
Agora
com a atuais ainda não havia, estas tais galerias para a contenção de água da
chuva, literalmente buracos abertos, o mais recente é o da rua Jerônimo Coelho,
está lá parado, já apelidado de piscinão.
O
problema é a organização, ou a falta dela, se realmente falta dinheiro então
não iniciem várias obras ao mesmo temo, façam uma de cada vez.
Porém
para isto precisa-se usar o penso, isto como já escrevi por aqui, está em falta
na atual administração.
Assim
caminha a mediocridade...
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13 fevereiro, 2017
Letargia...
Segunda...
Elliv
Nioj realmente estacionou no século XVIII, mesmo estando no XIX, explico.
Houve
uma época na qual com os restaurantes comentando que os mesmos fechavam para o
almoço, não que tenha mudado muito (tente almoçar após as 14h, mesmo aos finais
de semana), neste caso o advento dos shoppings amenizar o problema, embora seja
mais fast food que restaurantes propriamente ditos.
Porém
o assunto hoje é o comércio, que costuma estar fechado quando a maioria da população
está ocupada ou trabalhando, costumam estar abertos das 9h às 18h30min,
inclusive alguns fechando para almoço.
Piora
nos sábados, quando realmente os aldeões possuem tempo para as compras, ou no
mínimo para um passeio para olhar vitrines, que são, ou deveriam ser, um
chamariz para atrair clientes; pois fecham as 13h, com exceção dos grandes
magazines.
E quando
abrem sábado à tarde abrem no sábado errado, pois vejamos.
Este
último foi o que veio após o pagamento do salário, ou seja, após o 5º dia útil,
quando o consumidor está mais propenso a gastar, estavam com as portas fechadas.
Não
excetuo os shoppings, que fecham cedo em relação aos de outros feudos de igual
porte.
Sei
que o transporte coletivo não corresponde, pois algumas linhas cessam às
22h30min, complicando a vida de quem depende deste meio arcaico para retornar
ao lar.
As
lojas “de rua” deveriam ficar abertas até às 19h30min, inclusive aos sábados,
os shoppings até às 23h, muitos reclamão que isto eleva custo, o que é verdade,
porém a adoção de turnos ameniza este custo, além de gerar empregos.
As
redes supermercadistas atentas a este fato, há anos, já aderiam aos horários
estendidos, inclusive ampliaram o leque de produtos, virando uma espécie de
loja de departamentos.
Mas
como já escrevi aqui, muito preferem usar o “logo existo” no lugar do “penso” e
o feudo continua a evoluir a passo de tartaruga; e se os comerciantes pensam
assim explicasse a letargia da administração feudal.
Assim
caminha a mediocridade...
P.S.
– isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança será mera coincidência, pois
se uma cidade tivesse comerciantes com esta mentalidade estariam fechando a
porta.
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