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22 fevereiro, 2017

Pingos sem is...

Quarta...

Ontem li uma matéria interessante, o montante devido pelos admiráveis empresários à previdência social daria para estabilizar o sistema, cobrir o “rombo” e produzir uma aposentadoria justa.

Entre os devedores estão Varig e Vasp, empresas extintas, porém seus ex-acionistas não, o que não impede a cobrança da dívida, que não passa de um assalto ao bolso do trabalhador.

Como a justiça do trabalho é morosa, a fiscal poderia atuar forte, se recuperar a metade já estabiliza o sistema, mas para isto precisa coragem de cobrar, e executar a cobrança, dever para previdência é crime passível de prisão, que assim o seja.
Como um empresário que deve impostos, previdência, FGTS pode criticar algum governo?

Já pelas bandas locais a desorganização na realização de obras é flagrante, abrem várias frentes de trabalho e não concluem nenhuma, cronogramas não são cumpridos, adiando a data de conclusão rotineiramente, sendo adiamentos de meses (de março para junho, de junho para setembro...).

Por que não concentram as equipes em uma obra de cada vezes, a acabam e partem para a próxima?

Simples. Porque teriam que planejar, ao que demanda pensar, organizar, ai a coisa complica, não possuem esta capacidade.


Assim caminha a mediocridade...

19 maio, 2015

Terça...

A previdência social no Brasil inicia-se em 1923 com as Caixas de Aposentadorias e pensões (CAPs), criadas pela lei Elói Chaves, porém o formato atual tem seu início em 1945 com a criação do ISS (Instituto de Serviços Sociais) com o Decreto n° 7.526 de 7 de maio de 1945.
Em 1964, foi criada uma comissão para reformular o sistema previdenciário, que culminou com a fusão de todos os Institutos no INPS (Instituto Nacional da Previdência Social), criado por Eloah Bosny em 1966. Em 1990, o INPS se fundiu ao Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) para formar o Instituto Nacional de Seguridade Social (INAMPS).
O INAMPS, que funcionava junto ao INPS, foi extinto e seu serviço passou a ser coberto pelos SUS (Serviço Único de Saúde) e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Esta mudança veio a corrigir um erro crasso da década de 70, que foi a utilização do dinheiro arrecadado pela previdência para cobrir gastos com saúde e afins, isto gerou um “rombo” impagável nas contas da previdência, “rombo” que sobrou para nós, os usuários.
Por este motivo estão, em cada governo, dificultando a aposentadoria, visando manter o cidadão no mercado de trabalhado, arrecadando.
Pior, se por acaso o aposentado retornar ao mercado de trabalho voltará a depositar na conta do INSS, sem poder se aposentar novamente e nem receber o que pagou após aposentadoria, uma usurpação legitimada.
Isto causa dicotomia, sendo que se aumenta a permanência do cidadão no mercado de trabalho não se cria a vacância necessária para absorver as pessoas que adentram ao mercado, ou seja, cria-se o desemprego por falta de renovação, principalmente com a economia estagnada como a atual.

E assim caminha a mediocridade...