03 março, 2011
02 março, 2011
Entre os integrantes da comissão estão ainda Paulo Maluf (PP-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP), réu no processo do mensalão. Fonte: Folha de SP
28 fevereiro, 2011
25 fevereiro, 2011
Ingredientes:

100 ml de leite de coco
1 cebola picada
1 kg de camarões limpos
2 tomates picados
1 colher de café de açafrão
sal
Pimenta malagueta
1 colher de azeite
Preparo:
Em uma panela aqueça o azeite e coloque a cebola picadinha. Logo que a cebola esteja dourar junte o tomate e deixe cozer até se desfazerem. Junte camarão, mexendo por 2 minutos.
Adicione o leite de coco misturado com o açafrão, a malagueta e o sal. Deixe ferver em fogo baixo durante 15 minutos.Sirva em travessa
23 fevereiro, 2011
Assunto de hoje: Vinhos. Algo que aprecio, com moderação, claro.
Luiz Horta
Jancis Robinson, a principal crítica de vinhos do mundo, autointitula-se uma penny saver, ou, em bom português, pão-duro mesmo. Com uma adega pessoal lotada de todas as melhores safras de Bordeaux e Borgonha, ela não tem problema algum em comprar os melhores vinhos baratos que encontra nos mercados londrinos, e os recomenda no seu site. O bom bebedor de vinhos sabe que vinho bom é o gostoso que atende à necessidade do momento. O bebedor equivocado, ao contrário, coleciona rótulos para exibir aos amigos.
Sem preconceitos, o Paladar foi aos principais supermercados da cidade, com seus corredores intermináveis cheios de vinhos. Impressiona a oferta de todos os países, impensável duas décadas atrás (veja comentário abaixo sobre os clássicos de todos os tempos), o que aumenta a sensação de desorientação labiríntica e a necessidade de alguma indicação. Foram quatro dias praticamente escaneando prateleiras e conversando com atendentes. A primeira surpresa, além dos inúmeros rótulos desconhecidos, foi a boa climatização dos ambientes, em geral refrescados adequadamente.
Outra, não há mais luzes potentes e quentes dirigidas aos vinhos, coisa que os destruía com facilidade - o que já comprei de vinho cozido por calor vindo de cima e uma muralha de ovos de Páscoa na frente abafando ainda mais as garrafas... Melhoraram conservação e exposição, é uma alegria ver isso.
Caso a demanda inclua algum equipamento básico, o quadro também melhorou. A oferta de taças triplicou, longe do copinho grosso de vidro. Há qualidade e formatos variados. Consegui algumas de vidro fino bem corretas. Os saca-rolhas que abrem os braços, aqueles estilo polichinelo, grandes quebradores de rolhas que eram, estão sumindo. Predomina hoje o de garçom francês, em três estágios, bom, barato e prático (além de portátil). Mas quem quiser um mais sofisticado encontra uma boa versão do rabbitt.
Nas tardes do fim de semana ou numa madrugada de sede simples, que não justifique desarrolhar aquele Vega Sicilia guardadinho nas profundezas da cave climatizada, já é possível suprir a emergência vinícola com líquidos corretos no supermercado.
22 fevereiro, 2011
21 fevereiro, 2011
18 fevereiro, 2011
Receita fácil, diferente e gostosa.
Ingredientes:
250 g de farfalle
60 g de tomate seco
60 g de fundo de alcachofra em fatias
15 folhas de manjericão
4 colheres (sopa) de azeite extra-virgem
1 dente de alho picado
2 colheres (café) de cebolinha picada
Quanto baste de sal
Quanto baste de pimenta-do-reino branca
Quanto baste de parmesão ralado
Preparação:
Refogar no azeite o alho e a alcachofra. Deixar esfriar até temperatura ambiente, misturar a cebolinha, tomate seco, manjericão, sal e pimenta-do-reino. Cozinhe o macarrão em água fervente e sal. Deixe cozinhar pelo tempo do seu gosto. O tempo de cozimento varia conforme a marca da massa escolhida, a potência do fogão e o ponto de cozimento que a pessoa prefere. O ideal é ir experimentando. Depois que o macarrão estiver cozido misture o molho e aqueça um pouco. Sirva com parmesão ralado.

