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28 maio, 2018

Divagações de final de Maio


Quanto à greve dos caminhoneiros apoio, só não concordo com bloqueio a estradas, obrigação de aderir, proibição de desistir, etc. Uma greve para ser legitima deve contar com a adesão voluntária, simples assim.
Além do que eles não têm o direito de revistar carro algum.

Quanto ao desabastecimento coloco na conta de parte da população, que desvairadamente saiu comprando muito mais do que precisaria para meses de consumo, o que demostra o despreparo, destempero e o egoísmo, pois se todos comprassem, abastecem, como o fazem normalmente os estoques durariam mais e mais pessoas seriam atendidas, ou alguém precisa de 30kg de arroz na dispensa?

Outro assunto em voga é a tal intervenção militar, como nasci no final de 1963, cresci durante a tal revolução militar, vivi o milagre de 1974, que foi feito com dinheiro do antigo INPS, cuja conta está sendo paga agora por nós.
Quem não é da época não sabe o que é ter que pagar uma fortuna por uma linha telefônica, só para citar um exemplo. Não foi um mar de flores como propagam.

O problema é que vem eleição ai, pelo o que vemos, mais um aventureiro pode ser eleito, só que desta vez de direita, aquele que fala o que a população quer ouvir, mas só fala, não faz e não fará nem perto do que propaga, pois sem o congresso na mão não governará.

Mas como dizem e concordo cada um tem sua opinião, que posso não concordar, mas devo respeitar.

Em tempo, o “prefeiton” vai tentar colocar a falta de medicamentos na conta da greve, só lembrando, faltam há muito mais tempo.

Assim caminha a mediocridade...

05 julho, 2017

Chuvas e trovoadas...

Quarta...

Vamos a dois assuntos levemente apimentados.
 
Lendo o jornal de ontem tomamos conhecimento de uma nota que o Sindicato dos Servidores Federais enviou a um Senador afirmando que, contra as reformas, já realizaram duas greves e duas manifestações exitosas, só no imaginário deles, pois as ações citadas não passaram de badernas produzidas por sindicatos ligados ao PT e seus filhotes e os MS qualquer coisa.
Foram grandes fracassos, a população não aderiu, principalmente por saber que os movimentos não nasceram da população; enquanto os sindicatos mantiverem atrelamento político não obterão êxito.

Ontem em uma conversa sobre educação debatemos sobre o ensino finlandês, principalmente por serem todos gratuitos, da educação infantil ao pós-superior e que para atuar como professor é necessário possuir, no mínimo, mestrado, não importando o nível educacional.

Um dos argumentos é que lá é mais fácil, território menor, população menor, decisão de investir em educação integral, etc.; outro foi de como poderíamos fazer isto aqui, um país continental, com enorme diversidade cultural e com um nível de corrupção incomensurável.

Uma ideia (destas que surgem em “papos” informais e que acabam, se melhores elaboradas, fazer sentido) é a de uma grande reforma tributária, unificando alguns impostos e reorganizando a distribuição do bolo, com cada estado ficando com 75% do que arrecada e a união com 25%.

Desta forma cada estado seria responsável por praticamente tudo, infraestrutura, saúde, educação, etc., a união utilizaria os seus 25% para manter a máquina pública e auxiliar os estados de menor renda.
Claro que isto demanda um estudo mais elaborado, mas algo parecido pode e deve ser realizado. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

26 abril, 2017

Pingos sem is...

Quarta...

Certa vez escutei de um político, em uma reunião de promessas vagas, a seguinte frase: “Às vezes democracia demais atrapalha”, o que não deixa de ser verdade. Vamos aos fatos...

Desde a década de 80, quando entrei no mercado de trabalho, escuto que precisamos de reformas trabalhista e tributária, que a primeira é arcaica e a segunda extorsiva, que atrapalham o desenvolvimento econômico, etc.

Pois bem, depois de décadas de discussões vazias sobre a reforma trabalhista ela ocorrerá, como toda mudança terá resistências, necessitará de adequações e complementos, com certeza não será a ideal, porém será um começo.
Como todo processo deverá ser revisto e melhorado de tempos em tempos para que funcione melhor, isto em uma empresa, em um País onde o Congresso manda mais que o Presidente; não sei, ainda mais sendo o nosso “ilibado” Congresso.

A reforma tributária inexiste, ou melhor, existe para melhorar a pilhagem, como agora. Os prefeitos pediram ao Congresso um novo imposto municipal sobre os combustíveis, sim, querem mais dinheiro, porque para administrar com o montante que se tem é impossível para eles, sendo que a expressão “corte de custo e controle de gastos” não consta no alfarrábio deles.

Em tempo, quanto a greve de sexta não participarei, primeiro porque sei que embora “cruéis” (como dizem eles) as reformas são necessárias e segundo, não menos importante, por ser de iniciativa da CUT e seus apaniguados, que na verdade visa apoiar o grande Capo.
Se bem que não deixa de ser tentador fazer greve em uma sexta em um final de semana com feriado na segunda.


Assim caminha a mediocridade...

13 setembro, 2016

Embuste...

Terça...

Como a maioria dos sindicatos está na mão do PT, tentarão parar o país com uma greve geral sob os argumentos populistas utópicos, deturpando a realidade, algo que são mestres em fazer, sendo oposição ou governo, ou seja, sabem iludir os menos favorecidos, os desinformados, os incultos, a famosa massa de manobra dos governos totalitários.

Fiquem atentos, farão de tudo para acabar de quebrar o país para ressurgir como a Phenix maldita que recuperará os direitos eleitoreiros.

O Brasil precisa de reforma política, econômica, trabalhista, previdenciária, todas amargas e impopulares, porém sem elas retornaremos aos anos 80, poucos sabem o que isto significa, mas garanto aso que não sabem que não irão gostar.

Portanto acorde, não caia em mais este embuste lulopetista...


Assim caminha a mediocridade...

26 maio, 2015

Terça...

Estamos nos aproximando de mais uma greve dos servidores municipais de Joinville, algo que já está virando rotina.
De um lado a Prefeitura Municipal de Joinville (PMJ) diz que não há condições financeiras para o aumento, do outro o Sindicato (SINSEJ) propondo clausulas e porcentagens que até podem ser justas, mas irreais para o momento, sendo ambos os lados intransigentes o “conflito” está armado.
Parece-nos óbvio que 8,4% divididos em 8 parcelas é uma proposta provocativa, algo do tipo, vamos ver quem tem mais força, neste caso nenhum dos lados.
Em uma greve perdem todos, os participantes o salário, o Prefeito o ônus de uma greve por ano, sendo que quem realmente sofre é a população.
Como reclamam que só critico sem sugestões, vamos a ela:
Aumento de 9% dividido em três parcelas, sem efeito retroativo, que geraria um aumento de aproximadamente 9,3%, algo como 0.9% de ganho real, mais um aumento do R$ 100,00 no GreenCard.
O Sindicato filiado CUT (sempre ela) dirá que é pouco, a PMJ que é muito, creio que a maioria concordaria.
Porém duvido que surja, ou aceitem, algo assim devido à intransigência.

Assim caminha a mediocridade...

20 maio, 2013

Segunda...

A greve dos servidores públicos de Joinville continua uma luta, de certa forma injusta, por parcos 7,21% de correção salarial, que nada mais é que o repasse da inflação (fictícia), sem uma mínima porcentagem de ganho real ou de compensação por perdas no caso de parcelamento do índice de correção em 3 parcelas.
Enquanto isso, a Prefeitura em uma atitude, vista por mim como arbitrária, enviou para Câmara o projeto de reajuste parcelado, como tem maioria absoluta, deve conseguir seu intento, o projeto deve passar, configurando, ou melhor, confirmando a quebra da promessa do Prefeito de valorizar o servidor e a falta de compromisso da Câmara de Vereadores com a classe de servidores públicos, confirmando que deles só interessa o voto.

Quanto a Convenção para a formação do Conselho da Cidade, o imbróglio continua, existem votos pendentes que devem ser avaliados por um Juiz, resultado de uma ação de algumas pessoas que são contra a democracia, ou contra tudo e todos, o que é mais provável.

Já na esfera federal, o boato de que a bolsa voto, digo, família, iria acabar gerou uma corrida aos bancos de algumas cidades, comprovando que embora muitos afirmem que não (principalmente o governo), existe “massa de manobra” sim. Ou não?

14 maio, 2013

Terça...

Vivemos uma semana agitada em Joinville, começamos com a greve dos Servidores Públicos Municipais, hoje inicia a Expogestão e terminaremos a semana com a Conferência para a formação ??? do Conselho da Cidade no sábado.
Ou seja, a movimentação será grande pelas imediações da Beira Rio.
Quanto a greve, segundo pesquisei, só não podem parar os serviços de emergências (PA, UPA, HMSJ), os demais estão “livres”, se é certo ou não é discutível, mas é o que diz a lei, portanto o resto é discussão que não resulta em nada.
Greve esta, que no fundo, briga por um reajuste igual à inflação, que o Vereador Maycon César afirma ser totalmente viável. A Prefeitura oferece 4% retroativo a maio e 1.5% em novembro (não sei se acumulativo), a inflação acumulada é de 7,21%, então a diferença é 1.29%, realmente está certo o vereador,, não será este valor que influenciará  no poder de investimento da cidade, que aliás, já deve estar definido no orçamento deste anos, ao menos deveria.
Portando Sr. Prefeito Udo Döhler, o nobre alcaide não encerra esta greve se não quiser, repasse a inflação, mesmo que em parcelas, será aceita pelos servidores, gostando o sindicato ou não, pois garanto-lhe, com raras exceções, os servidores estão tão desconfortáveis com o senhor com esta situação.
Não existe futuro melhor em uma cidade sem servidores públicos satisfeitos, entidades públicas não são empresas onde o dono manda e a grande maioria obedece, como o senhor já deve ter descoberto.
Quanto ao Conselho da Cidade já escrevi ontem e a Expogestão é um evento privado e de qualidade indiscutível, portanto nada a declarar a não ser, se puder, participe.

07 maio, 2013

Terça...

Quando estudei gestão aprendi que o salário é a primeira “coisa” que afeta diretamente a satisfação dos funcionários, pois causa a falsa noção de reconhecimento, portanto, de certa forma, é uma maneira de incentivar a produtividade, assiduidade, etc. Não deve ser atrasado ou parcelado, deve ser justo em relação à atividade exercida.
Existem os salários indiretos como plano de saúde, vale transporte, vale refeição, etc., todos a critério da empresa e que servem para demonstrar, de certa forma, a responsabilidade social da empresa que nem todas possuem.
Outra regra básica é a correção salarial, vivemos em um País inflacionado, mesmo que pequena a inflação existe e desvaloriza o Real, consequentemente o salário, diminuindo o poder de compra. Desta forma é essencial que o salário seja corrigido anualmente pelo índice inflacionário acumulado até data base da categoria profissional, mesmo sendo índices “maquiados”, muitas vezes distantes da realidade, devem ser aplicados.
Não é o que pensa o alcaide do reino dos manguezais de Joinville, já parcelou o salário, não tem mantido a tradição de pagar no dia 5 de cada mês e agora quer conceder um reajuste salarial inferior a inflação, está próximo de conseguir o que seu antecessor conseguiu, greve no primeiro ano de administração municipal, como já escrevi, mais do mesmo com requintes de inferno astral.
O interessante é ver alguns membros da imprensa??? defendendo o prefeito e acusando o sindicato, é hilário para não dizer triste.

07 agosto, 2012

Terça...

Neste tempo de Olimpíadas e julgamento do “mensalão” ficamos com a impressão que o Brasil não possui outros problemas, greves no ensino, na polícia federal, são relevadas à segundo plano.
Notamos que o governo federal do PT, assim como aconteceu aqui em Joinville na greve dos funcionários públicos, não sabe, muito menos tem habilidade para negociar com os grevistas, dispositivo desenvolvido por eles no tempo de oposição. Realizam decisões unilaterais, ditatoriais, sem permitir negociação, adoram a tática do diexa como está para ver como é que fica. E o povo que se vire.
E ainda existem pessoas que os querem por mais 4 anos. Deve ser o resultado da famosa memória curta.

20 junho, 2011

Segunda...

Ainda sobre a greve, alguns colunistas do Jornal A Notícia afirmam que a greve dos servidores de Joinville só acabou devido ao corte do ponto, que os servidores irão pensar 200 vezes antes de entra em greve novamente, ledo engano.
A greve só se encerrou devido a armação dos 3 poderes que costuraram um acordo entre 4 paredes, eliminando o diálogo. Este acordo deve ser aprovado pela Câmara de Vereadores amanhã, já que na quinta passada, fizeram um teatro para justificar o encerramento da sessão e o adiamento da votação, creio que esqueceram que a sessão estava sendo transmitida ao vivo.
Com a aprovação do decreto (é, no melhor estilo anos 70) a greve se tornaria ilegal, este sim o verdadeiro motivo do retorno ao Estado de Greve.
Quanto a não realizar greve por medo do corte do ponto, creio que os digníssimos cronistas não conhecem o SINTE, se fosse por este motivo os professores do Estado não entrariam mais em greve. Como podemos notar a greve está ai, com desconto de dias e tudo.
Não consideram que a categoria está muito mais unida, pronta para lutar pelos seus direitos.

24 maio, 2011

Terça...

Todos sabem que não sou e nem serei petista, que antes da eleição cansei de avisar que ele era um ótimo deputado, mas seria um péssimo prefeito, o que estava evidente pelos “elementos” que viriam no pacote do partido.
Porém, sinceramente, não esperava uma administração tão desastrosa, sem falta de comando, pior, nas mãos de um chefe de gabinete.
E não é de hoje, porque na outra greve quem negociava era a Márcia.
Prefeito Carlito, assuma de uma vez, se torne o Prefeito de Joinville, a cidade não merece tamanho descaso.