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06 junho, 2016

Enxugando gelo...

Segunda...

Durante os últimos três anos participei voluntariamente do Conselho Feudal de Desenvolvimento de Elliv Nioj, órgão da administração feudal composto (ao menos no início) igualitariamente entre o poder público e a sociedade civil, inclusive com direito a reeleição, ao qual declinei.

Quando decide participar desta versão do Conselho, a segunda, imaginei que nossa “luta” seria pelo bem do feudo, ledo engano, o “trator” do poder público passou arrasando tudo.
Além disso, durante os dois primeiros anos discutimos a elaboração da Lei de Ordenamento Feudal (LOF), quer dizer, discutimos a lei apresentada pelo IPPUE, o que ocasionou arengas beligerantes entre algumas correntes presentes, claro que nenhuma pensando no bem do feudo, mas no seu próprio bem, alguma inclusive representando grandes grupos imobiliários.
Tudo inútil, pois agora a lei está na Câmara, onde os nobres Edis já decidiram esquarteja-la, modificando os parcos avanços que conseguimos aprovar, os que eram contrários ao pensamento do IPPUE.

Para terem uma ideia do valor da disputa, alguns conselheiros assíduos a sentirem-se derrotados se desincompatibilizaram e outros, os que atingiram o intento, diminuíram vertiginosamente a presença nas assembleias.
Desta forma, os últimos seis meses foram para discutir, ou melhor, ratificar alguns pedidos da Câmara e preparar a convenção de eleição dos novos? conselheiros. Ou seja, enxugamos gelo.

Assim caminha a mediocridade.


PS.: Isto é uma obra de ficção, esta fogueira das vaidades, que só olham para o próprio umbigo está longe da realidade.

26 agosto, 2013

Segunda...

O Conselho da Cidade sofreu dois ataques em um curto espaço de tempo, primeiro foi o Movimento Passe Livre, que utilizando a democracia, para exigir o direito à palavra, e o socialismo em suas atitudes, invade, danifica propriedade, acusa-nos de segregadores, utilizando máscaras com desculpas estapafúrdias para justificá-las. Fazendo exigências que não são da alçada do conselho, em uma total mostra de desinformação e/ou desconhecimento da nossa real função.
O segundo ataque foi do nobre Prefeito, em entrevista, generaliza, acusa de estarmos retardando os processos, afirma que sem a aprovação da famigerada LOT muitos investimentos estão parados ou as empresas desistem, pois bem, gostaria que fosse citado um investimento, sim, só estou solicitando um exemplo, este discurso é vago e fácil de “jogar ao vento”, inclusive adotado por alguns conselheiros, por coincidência, pertencentes ao poder público, porém, ao menos até agora, não passa de discurso.
Quem sabe se o investimento em infraestrutura fosse maior, mais ruas asfaltadas, mobilidade urbana bem planejada, agilidade na liberação de licenças, só para citarmos alguns, os investimentos não apareceriam com maior facilidade.
Antes de nos atacar, faça-nos uma visita, compareça em uma reunião para dizer, verdadeiramente, o que espera do conselho, creio que muitos conselheiros estão ansiosos para ouvi-lo.
E para os que nos acusam de formarmos um conselho que não representa a comunidade, antidemocráticos, solicito que se informem melhor, nós, representantes do povo, somos maioria, desorganizados, é verdade e o conselho está tão democrático que até agora estamos discutindo detalhes do regimento exatamente pelo “excesso” de democracia, que tem gerado discussões acaloradas, às vezes verborrágicas, muitas delas pela inclusão de uma vírgula ou uma palavra.
Portanto senhores procurem se informar antes de difamar e, como escrevi, não vamos aceitar imposições de A ou de B, conversaremos com a população, apresentaremos as mudanças sugeridas, solicitaremos sugestões, etc.
Mas tudo há seu tempo, sem atropelos e desmandos. Pois assim pesamos ser o certo, ou não?

06 agosto, 2013

Terça...

Muito tem se falado em plano diretor, ordenamento territorial, leis são propostas, sobre conservação de matas, rios, edificações históricas, códigos ambientais etc.
Conselhos municipais de desenvolvimento sustentável, “pipocão” pelo País, tudo muito bom, quase democráticos, necessários segundo o Estatuto da Cidade.
Pergunto: pode um modelo, de qualquer estatuto, servir para todas as comunidades do Brasil? 
Não possuem necessidades e realidades diferenciadas?
Parece-me que temos grandes diferenças nas comunidades de uma simples cidade, imaginem de um país extenso como o nosso.
Podem, ou melhor, devem ser impostos? Não deveriam ser elaborados junto das comunidades que afetarão?
Digo isso por ler em um jornal da cidade que a Lei de Ordenamento Territorial de Joinville deverá começar a ser analisada neste mês, e já ouvi de vários conselheiros que devemos ter pressa, acelerar os trabalhos.
Não concordo, talvez fique só nesta luta, mas penso que toda e qualquer mudança deverá ser realizada após uma consulta aos moradores das comunidades, neste caso, bairros afetados, mostramos o que está sendo alterado, quais as consequêcias desta mudanças na rotina local, assim por diante. Ouvindo se concordam, se possuem sugestões, etc.
Só assim poderemos fazer uma Joinville realmente melhor. Ou não?

03 julho, 2013

Quarta...

Como existem pessoas que estão misturando “alhos com bugalhos” vamos esclarecer.
Não sou contra as manifestações que inundam o país, desde que sejam pacíficas, não concordo com nenhum tipo de violência, seja do lado que for, mesmo quando os manifestantes insistem em tentar invadir locais ou logradouros proibidos, o que no meu tempo era pedir para apanhar e muito, mas eram outros tempos.
Se bem que nos ensinaram, por bem ou por mal, a respeitar o bem público.
Voltemos para o reino dos manguezais de Joinville, pode ser só impressão, mas o discurso de atual administração de que está em estudo, calma que iremos resolver, está tornando a atual administração igual à anterior, só que agora tem grife.
E embora faça parte dele (Conselho da Cidade), gostaria que alguém me explicasse o motivo da pressa, frase aventada por um nobre advogado na reunião anterior, que devemos apressar os trabalhos porque estão nos cobrando. Pergunto: Quem? Os empresários? A PMJ? 
Eles que esperem e se lembrem que existe prazer em fazer bem feito, sem maquiagem e/ou atropelos, ou não?
Pelo o que noto a pressa é para fazer isso com Joinville.

26 junho, 2013

Quarta...

Ontem vimos um exemplo de democracia na eleição do presidente do Conselho de Cidade (Joinville/SC), aberta, legitima e bolivariana.
Uma eleição na qual todos sabiam quem seria o vencedor, um verdadeiro jogo de cena, porém, legitimo.
Apesar de ser um cargo “decorativo”, de mestre de cerimônias, pois não tem direito a voto, só responsabilidades, a PMJ não abre mão do cargo, deve ser sinal de status.
Cabe ressaltar que mal a eleição terminou, a certeza da vitória era tanta, que o material para discutirmos o cronograma já estava pronto, inclusive com palestras agendadas.
Mas faz parte do jogo, quem não sabe jogar que vá chorar na cama que é lugar quente, ao menos penso que foi esta mensagem que quiseram nos passar.
Assim sendo, parabéns ao eleito, por coincidência o presidente do IPPUJ, sim, uma simples coincidência. Que tenha um “mandato” justo e leal.

18 junho, 2013

Terça...

Existe um ditado antigo que diz que “uma andorinha só não faz verão”; e é o que estamos notando na eleição para Presidente do Conselho da Cidade, enquanto a PMJ vem com o candidato próprio, que já parte com 20 votos, me informaram que certo advogado, que possui interesses imobiliários e está diretamente ligado ao nobre Alcaide, está visitando conselheiros pedindo voto para sua candidatura.
Uma manobra clara para eliminar qualquer candidatura concorrente, pois dividindo os conselheiros não pertencentes ao poder público, que são 32, o candidato da PMJ vence de maneira fácil a eleição, a menos que a mesma se realize em 2 turnos, o que não acredito que ocorrerá, pois proporcionará uma pequena, mas existente, chance dos representantes do Alcaide perder, não sei se ele aceitaria facilmente.
Portanto peço aos amigos leitores do blog (deve existir algum) que divulguem este “post” e ajudem nosso candidato a ter uma chance, por menor que seja.

11 junho, 2013

Terça...

Era uma vez, no principado dos manguezais de Joinville o dia da posse dos membros do Conselho da Cidade, cerimônia realizada no hall dos Prefeitos, na sede da PMJ.
O Alcaide em exercício realizou um belo discurso sobre desenvolvimento, crescimento econômico, participação popular no seu governo, perfeito, como o esperado, sendo o bom orador que é.
Todos são apresentados, fotos tiradas, conversas e “armações” pré-conselho desenvolvem-se livremente, como deve ser em uma boa democracia, até que vem o agendamento de 1ª reunião, a da eleição do presidente, com regras ainda desconhecidas, é agendada para dia 20/06 às 15h, pronto, acabou a democracia.
Como já escrevi antes, em horário comercial, confesso que não chega a me atrapalhar, porém atrapalha muitos, senão a maioria que não pertence ao poder municipal. Como é uma reunião que além de elegermos um presidente, entre outras definições, agendarmos próximas reuniões, por que não realizarmos a reunião às 19h30min?
Será que os representantes do poder municipal não podem se reunir após o horário do expediente?
Assim ficamos com a impressão (falsa?) de que quantos menos conselheiros da sociedade civil melhor. Ou não?

04 junho, 2013

Terça..

Aqui pelo reino dos manguezais, cada dia que passa, fica mais claro que o nobre alcaide não está disposto a negociações, atitude mais do que esperada por aqueles que o conhecem.
Digo isso baseado em informações coletadas sobre o Conselho da Cidade, que será responsável pela análise e/ou modificação das Leis de Ordenamento Territorial, a famosa LOT.
Desejam (e farão) marcar reuniões em dias úteis, no horário comercial, o que certamente inviabilizará a presença vários conselheiros, ao menos da maneira constante que deve ser.
Alegam que para isto existem os suplentes, uma aposta interessante, principalmente porque os representantes do poder público não estarão ausentes, garantindo que a PMJ faça o que bem entender com o Conselho.
Por este motivo solicitamos ao Ministério Público (MP) que acompanhe “com carinho” as reuniões e assembléias do Conselho, para garantir, acima de tudo, a lisura das ações.  Muitos podem pensar ser esta uma atitude antipática, mas podem ter certeza, evitará muitos problemas futuros. Ou não?

13 maio, 2013

Segunda...

Ontem ajudei minha filha estudar sobre Capitalismo, Socialismo e Comunismo, de onde tirei a ideia sobre o que escrever hoje, porém voltado para sistemas de governo.
Fiquemos com os dois principais e antagônicos(?), Democracia e Comunismo. Ambos possuem teorias “lindas”, sendo o primeiro muito mais antigo (Grécia) e o segundo da era dita moderna (URSS), sendo bem generalista.
O comunismo de Karl Marx é concentrador e utópico, pois todos são iguais, o que já foi provado na prática que não passa de belas palavras, está mais para o regime do manda quem pode obedece quem tem juízo.
A democracia, como o nome já diz, governo do povo pelo povo, é muito bonito, nem sempre justo e também está provado que, em algumas situações, quanto mais democrático pior, a situação não evolui, não sai do lugar, onde muita gente opina é normal não se chegar à conclusão nenhuma.
Digo isto para chegar ao assunto do momento, a criação do Conselho da Cidade em Joinville, tenho lido que algumas mentes pensantes da cidade defendem um conselho aberto, com a participação de todos que assim o desejarem em um determinado momento. Realmente é o exemplo da democracia pura, como também é um exemplo de algo que certamente não funcionaria.
Muitas vezes a democracia ter que ir até a inscrição e a eleição, do que quer que seja. Depois quem foi eleito, que representará a maioria dos eleitores, ao menos no nosso sistema eleitoral, que administre, decida etc.
Já tivemos um exemplo da tal gestão compartilhada, 4 anos jogados no lixo, literalmente, com a cidade parada no tempo, esperando que a infinitas reuniões definissem o que fazer, sem nada definir.
Assim escolhamos os membros do Conselho da Cidade no próximo dia 18 e deixemo-los trabalhar, pois como escrevi, infelizmente, tem horas que democracia demais atrapalha, ou não?

06 maio, 2013

Segunda...

Quero deixar umas dicas para o pessoal que “treina” os vendedores do comércio dito de rua, servem para algumas lojas de shopping, três atitudes irritam muito nós consumidores.
1 – Quando perguntamos se tem uma calça jeans preta nº 42 (por exemplo), não queremos uma azul, marrom, ou outra cor qualquer, muito menos uma camisa ou um par de meias, não insista;
2 – Quando alguém diz que não gostou, não tente a convencer de que ficou bom ou que combina com ela, além de não convencer pode perder o cliente;
3 – Por favor, deixem os vendedores agirem normalmente, sem aquela coisa decorada, “Obrigado, tenha um bom final de semana e volte sempre”, é artificial demais.

Retornando ao reino dos manguezais de Joinville, vem ai mais uma Conferência para a formação do Conselho da Cidade, algo me diz que não alcançará sucesso novamente, a conclusão que chego é que das duas uma, ou o IPPUJ é muito incompetente ou tem gente querendo travar a crescimento de Joinville, estou aquiescido a pensar que é resultado das duas opções.
A banda toca, a caravana passa e tudo continua na mesma, ou não?

26 fevereiro, 2013

Terça...

Têm coisas que não precisam ser explicadas, se explicam nas entrelinhas, a prefeitura de Joinville agendou para o final de maio uma reunião com o Conselho da Cidade para “conversar” sobre planejamento urbano, ou seja, pressão sobre a LOT sobre um conselho que nem existe, está embrionário, cuja reunião participamos, um show de incompetência, desorganização e intolerância, muito mais para Anarquia do que Democracia. 
Para fechar a noite, nossa participação foi delicadamente “descartada” por representantes de duas grandes instituições universitárias, uma estadual outra municipal. Não tem problema, no conselho estaremos de volta em nome desta tal democracia. Ou não?