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13 dezembro, 2016

Teimosia...

Terça...

Não sei o que incomoda mais, se a burrice ou a teimosia, sendo que muitas vezes as duas andam irmanadas e talvez este seja o caso.
Já discorri sobre este assunto inúmeras vezes, mas como o mesmo voltou a mídia vamos a ele.

O magnânimo presidente do IPPUJ afirma em uma entrevista que a criação de novos corredores de ônibus fará com que a população utilize mais este modal (sic), como se fosse este o problema.
Para quem não está a par, explico.

O transporte público de Joinville e ineficiente, ineficaz e possui péssimo custo/benefício, sendo um dos mais caros do país, principalmente se considerarmos as distâncias médias percorridas, além de o modal (como gosta o IPPUJ) Ônibus Urbano ser ultrapassado, lento, poluente e de pequena capacidade.

Este exemplar de modal o instituto tem como dogma, assim como que transporte coletivo é sinônimo de ônibus, demonizam os automóveis, e desconsideram qualquer oura opção modal, como VLT o VLP, ou seja, estamos parados no tempo.

Sem esquecermos que apesar de Joinville ter 165 anos até hoje não houve uma licitação para o transporte público de passageiros; e nem haverá, pois se tem algo que esta administração não sabe fazer é licitação.


Assim caminha a mediocridade...

10 maio, 2016

Imobilidade...

Terça...

Muito já dissertei e divaguei por estas parcas linhas sobre este assunto, a total incompetência na gestão da mobilidade urbana de Joinville, sendo que isto não se origina nesta administração, é endêmica, está aninhada no cerne do instituto, assim como a teimosia.

Comecemos pelo exemplo dos elevados, na maioria das vezes são soluções para entroncamentos perigosos, para dar agilidade ao trânsito, já na visão dos nobres membros do instituto, enfeiam, servem de moradia, fazem de conta de que não sabem que estes problemas são resolvidos com projetos belos e inteligentes, preferem trevos, rótulas que mais parecem abertos de forma aleatória, feitos a “facão”.

Tornaram os automóveis o inimigo número um do trânsito, as ruas mal dimensionadas, sinaleiros mal sincronizados,  binários que invariavelmente terminam em “gargalos”, portanto, canaletas de ônibus mal projetadas, não são causadoras de engarrafamentos.

O transporte coletivo urbano municipal (privado) é caro, ineficaz, ineficiente e ultrapassado, pois vejam, com todo o investimento em corredores de ônibus, com a desculpa de diminuir o tempo do trajeto, o que até faria sentido se a maioria deles terminasse em um terminal, o que não ocorre, pois grande parte se localiza ao lado oposto da via, fazendo com que o ônibus tenha que atravessar, perigosamente, toda a extensão lateral da mesma.
Para que tenham uma noção de como este “planejamento” está dando certo, o número de passageiros diminuiu 12%, sim diminuiu mesmo com o aumento da população.

Fica-se com a nítida noção de que tudo é feito na base “vamos fazer para ver como é que fica”, ou seja, não há análise das consequências, como, por exemplo, o que foi feito na Av. Paulo Medeiros, uma aberração a mobilidade urbana, inclusive complicando o acesso ao mercado público, agora, depois de feito, estão pensando em uma solução paliativa.
Traduzindo, a solução está em um reset no instituto, pois continuar como está a cidade está fadada ao shut down.


Assim caminha a mediocridade...

06 maio, 2013

Segunda...

Quero deixar umas dicas para o pessoal que “treina” os vendedores do comércio dito de rua, servem para algumas lojas de shopping, três atitudes irritam muito nós consumidores.
1 – Quando perguntamos se tem uma calça jeans preta nº 42 (por exemplo), não queremos uma azul, marrom, ou outra cor qualquer, muito menos uma camisa ou um par de meias, não insista;
2 – Quando alguém diz que não gostou, não tente a convencer de que ficou bom ou que combina com ela, além de não convencer pode perder o cliente;
3 – Por favor, deixem os vendedores agirem normalmente, sem aquela coisa decorada, “Obrigado, tenha um bom final de semana e volte sempre”, é artificial demais.

Retornando ao reino dos manguezais de Joinville, vem ai mais uma Conferência para a formação do Conselho da Cidade, algo me diz que não alcançará sucesso novamente, a conclusão que chego é que das duas uma, ou o IPPUJ é muito incompetente ou tem gente querendo travar a crescimento de Joinville, estou aquiescido a pensar que é resultado das duas opções.
A banda toca, a caravana passa e tudo continua na mesma, ou não?