23 outubro, 2017

Elliv Nioj...

A pior...

Elliv Nioj se tronou o feudo do “quem sabe um dia”, na atual administração tudo é no condicional, obras não saem do papel, isto quando chegam a fazer os papéis, licitações são “coisas” do passado, não acertam uma, sem licitação não há empenho, sem empenho não há compra e desta forma falta tudo.

Considero que a maior vítima disto são os que dependem da saúde pública, faltam remédios, insumos, etc. 
Por exemplo, para os diabéticos faltou insulina, agora faltam fitas para o exame, será que eles têm noção do que é ser diabético? Parece que não.

Retornei ao feudo nos idos de 1781, desde então me recordo de tão pífia administração, houve alcaides péssimos, como o que construiu casas para a população carente que afundaram, literalmente, ou o que gastou uma fortuna no balizamento de uma hidrovia que não funcionou, mas o balizamento está lá e o pseudo porto apodrecendo, assim como o que investiu em um sistema de despoluição de rio que funcionava bem, porém esqueceu-se das licenças ambientais mesmo sendo engenheiro sanitarista, até um cuja maior obra foi uma pinguela sobre o rio.

Ou seja, não faltam exemplos de administrações ruins, até porque nenhuma é perfeita, porém tão incapaz como a atual não houve e se Deus quiser não haverá.
Se finda em 1820, se sobrar feudo até lá.

Assim caminha a mediocridade...


P.S.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança com a vida real será mera coincidência. 

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