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02 agosto, 2017

Chuvas e trovoadas...

Quarta...

Hoje veremos a força do atual governo e o nível de cara de pau dos nobres deputados, apesar de não acreditar em pesquisas, uma delas afirma que a população deseja o Temer fora, embora a grande massa não tenha saído às ruas esta vontade está implícita.

E nesta poranduba um fato é no mínimo interessante, no caso do impeachment da Dilma o PT fez de tudo para adiar a votação, pois a derrota era certa, agora como existe a chance do governo vencer querem adiar a votação sine die.

Porém uma coisa é certa, em nossa recente história só foram cassados os presidentes que deram as costas para o nosso ilibado Congresso, Collor e Dilma, os demais, mesmo com provas dos atos corruptos nem tiveram processos abertos, sendo punidos pós-governos.
Aguardemos a votação de hoje à tarde.

Já pelas bandas locais a prefeitura vem esmerando-se nas intervenções na mobilidade urbana no melhor estilo “bumba-meu-boi”, por exemplo, a ciclo faixa implantada a fórceps na Rua Lages, além de ser em um lugar de baixíssima utilização, está no lado errado da rua, o lado esquerdo é mais residencial, o direito mais comercial, neste grande parte dos comércios possuem vagas de estacionamento recuadas, eliminando os da rua, colocaram do esquerdo que possuía muitas vagas de estacionamento, além do lado direito possuir sinaleiro com a Rua Blumenau e fluxo em direção ao centro, ou seja, mais segura para atravessar que o esquerdo que tem o fluxo para virar a esquerda liberado, colocando travessia em risco, inclusive por nem possuir faixa de pedestre, como a imagem abaixo pode demonstrar.


Mas para isto precisa usar o penso, eles só usam o logo existo.

Assim caminha a mediocridade...



02 março, 2015

Segunda...

A série de projetos e promessas utópicas está cada dia mais presente em Elliv Nioj, não conseguem nem concluir o que foi projetado no século passado, nos idos de 73, se bem que a mentalidade urbanística continua naquele século.
Insistem em binários, trinários (termo que só existe aqui e em uma cidade do Brasil), qualquer dia aparece o quaternário, trevos e rótulas “malucas”, mas não cogitam um elevado, viaduto e afins.
Insistem que o modelo certo de transporte de massa é o ônibus urbano, método caro, também do século passado, sabemos que o solo daqui não comporta metrô, a não ser o de superfície, como em algumas cidades do mundo, se bem que hoje temos o Veículo Leve sobre Trilho (VLT) e, como gostam de ônibus, o Veículo Leve sobre Pneus (VLP), opções modernas, rápidas, de grande capacidade de transporte de pessoas, mas que por aqui são “palavrões”.
Isto que o plano é para 2030, um verdadeiro plano de imobilidade...

Assim caminha a mediocridade.