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04 maio, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Como previsto caminhamos para um novo governo, porém não alimentem muitas esperanças, tudo indica que teremos mais do mesmo, só que com um toque de requinte, pois vejamos.

Fala-se muito em reforma administrativa, pura ilusão, os 39 ministérios serão reduzidos para 36, uma clara manutenção do clientelismo, sendo que 20, na pior das hipóteses 25, seriam suficientes, claro que composto por pessoas que pertençam categoria profissional inerente ao ministério que assumirá, até pode ser político, desde que cumpra este critério.
Assim evita-se o que está previsto, um pastor evangélico (nada contra o referido senhor) assumir o Ministério da Ciência e Tecnologia, uma incoerência incomensurável.
Outro ponto desabonador é a afirmação do retorno da CPMF, ou seja, como não haverá redução expressiva de custeio taxa-se a população, portanto nada de novo.

Enquanto isso o governo, em um autêntico fim de feira, distribui benesses sem a menor condição financeira de fazê-lo, com a clara intenção de minar um próximo governo, confirmando o teor de honestidade reinante no lulopetismo.

Porém para que um novo governo ocorra necessita-se da autorização do Senado, que apesar da pantomima toda do momento, não está assegurado, pois que fique bem entendido, a aceitação do processo não significa sua aprovação, que necessita de 75% dos senadores, o que não está assegurado, ao menos ainda.
Assim sendo, toda atenção ao processo é pouca.


Assim caminha a mediocridade...

13 abril, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Estamos na iminência da troca de comando, ou melhor, de presidente, o que pode não significar muito, a não ser que o novo (?) governo tome alguma atitudes corajosas, algo que duvido que aconteça.
Pois bem, vamos a elas.

Primeira e mais urgente, reduzir custos de maneira racional, por exemplo, contando o número de ministérios pela metade e, consequentemente, todos os cargos comissionados relativos aos mesmos, incluindo alguns (muitos) desnecessários nos ministérios restantes. Desta forma este custo cai pela metade.  Simples assim.

Realizar uma reforma fiscal real, diminuindo drasticamente o “custo Brasil”, pois, por mais incrível que pareça, com menos impostos pode-se arrecadar mais, pois possibilita o aumento da circulação de bens e produtos.

Quanto a PETROBRAS, profissionalizar a direção eliminando a ingerência política na empresa é essencial; e uma maneira de ajudar a recuperação financeira é diminuir a carga de impostos no litro do combustível, mantendo o valor do litro, amentar-se-ia o arrecadado sem alterar o valor, os seja sem onerar (mais) o consumidor.

Para que isto aconteça, como escrevi no primeiro parágrafo, é preciso coragem, além disso, vontade e pro atividade, alguém acredita?

Assim caminha a mediocridade....