Mostrando postagens com marcador Mobilidade Urbana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mobilidade Urbana. Mostrar todas as postagens

03 novembro, 2015

Sugestão...

Terça...

Como na maioria das vezes só reclamamos, trago uma “singela” sugestão (embora saiba que não aceitam) para economizar milhões de reais em soluções mais que duvidosas para o trânsito em Joinville.

Vamos usar o penso no lugar do logo existo, o desafio é criar uma solução para o trajeto dos ônibus pelo centro da cidade sem investir em ideias mirabolantes e polêmicas, ou seja, com a disposição de ruas que temos hoje, com um detalhe, pode ser executada sem o utópico PAC da Mobilidade.
Considerando os ônibus que partem do desnecessário terminal central, os que se destinam para as zonas sul e leste, saem pela Rua Nove de Março em direção à Avenida Dr. Paulo Medeiros (Beira Rio) para zona sul, ou a Itajaí para a Zona leste (caminho já utilizado).
Os que rumam aos bairros sul, ou seguem pela Procópio Gomes, ou entram na Ministro Calógeras, até acessar a Getúlio Vargas.

É simples, fácil, evita a sandice que querem fazer na Nove de Março e retira o “zig-zag” dos mesmos pelas estreitas ruas centrais.

Pensem com carinho, não dói.

30 setembro, 2014

Terça...

A dissonância entre o governo federal e os governos municipais no quesito mobilidade urbana é enorme, enquanto algumas cidades, como a que vivo, demonizam o automóvel, o governo federal facilita e incentiva a compra do mesmo.
As cidades alegam, com razão, que o excesso de veículos automotores complica o trânsito, porém, em contrapartida, principalmente as na faixa de 500 mil habitantes, não investem em infraestrutura e em meios modernos de transporte público, criando soluções mirabolantes, como binários e “trinários” (este só existe aqui), ou tomando resoluções que beneficiam cerca de 4% da população em detrimento aos 96% restantes, tudo em nome de uma falsa mobilidade.
Um dos motivos é a falta de apoio financeiro dos governos estadual e federal, que aliado à falta de planejamento cria o caos viário.
Portanto esta é uma equação de resolução complexa que impacta direto na vida do contribuinte, que paga impostos e mais impostos e não vê o menor retorno deste dinheiro, de certa forma, vilmente usurpado, mas esta é outra história, que talvez um dia se resolva com a (utópica?) reforma tributária.

Mas estamos falando de mobilidade urbana cujos princípios são primordiais e corretos para a segurança dos cidadãos nos deslocamentos, independente o modal escolhido, porém demandam grandes investimentos para serem aplicados, que, ao menos até o momento, não estão disponíveis, o resto é prosopopeia para acalentar bovinos.

01 setembro, 2014

Segunda...

VLT
Elliv Nioj tem um departamento de planejamento urbano inteligente, principalmente se tratando de mobilidade urbana, o feudo está chegando a 580 mil habitantes com 300 mil veículos motorizados e não cogitam elevados, pois enfeia a paisagem, Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), ou sobre pneus (BRT ou VLP), com o argumento de não haver população, ou melhor, clientes suficientes. Continuam investindo no ultrapassado ônibus urbano, transporte caro e poluente.
VLP
É que aqui não se projeta, se executa, traduzindo, a obra é realizada quando for extremamente necessária chegando atrasada ao que se destina.
Outra característica da mobilidade local são os binários, instalados na base “do implanta para ver o que dá” e mesmo não funcionando não é revertido, pois um dia funcionará.
Agora temos a novidade de consultar os moradores para verificar se aprovam a implantação de mão única na sua rua, o que é democrático, sem dúvida, porém demonstra a falta de projeto, ou de falta de confiança no mesmo, até porque, dificilmente alguém concordará de que alterem sua rotina, mesmo que em prol da comunidade. Ou não?
Assim caminha a mediocridade.

Boa semana a todos.