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01 junho, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Acontece algo interessante no país, a péssima administração do governo Dilma, que destruiu a economia, cortou verbas dos programas educacionais, quebrou a Petrobrás, cometeu crimes de responsabilidade fiscal, etc., vem sendo colocada na conta do governo recém empossado, inclusive com um senador fazendo troça sobre o desemprego, mostrando seu total desapego ao povo brasileiro.

Apostam na memória curta do povo, porém esquecem que estes fatos são recentes, que os cortes na Saúde e na Educação não serão esquecidos facilmente, mesmo com as absurdas campanhas publicitárias que tentam iludir a população, que já não convencem nem os mais incautos.

Porém ressalto um grande detalhe, precisamos, mais do que nunca, ficar atentos, a votação final do impeachment. Não se iludam, o PT tem muito dinheiro amealhado corruptamente para “mudar” o voto de alguns senadores, além das promessas de tudo voltar a rotina normal, a da corrupção endêmica.

A ex-presidente gosta de alardear sobre os 54 milhões de votos, como se isso desse aval para os “mal feitos”. Pois bem, por esta lógica, mais de 60 milhões não a queriam, matemática simples.
Assim sendo, cabe a nós, pacatos cidadãos, continuar os movimentos pró-impeachment, ou melhor, aumenta-los. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

10 junho, 2014

Terça...

Existe uma máxima que diz que uma mentira muita vezes repetida vira verdade, ao menos para quem a diz.
Isto vem sendo demonstrado pelo governo federal em seus índices fictícios, pelo estadual que vai na mesma linha e agora pelo municipal, que garante não haver perdas salariais, até agora, em sua gestão (tem memória curta) e por tentar enganar a população colocando a culpa da sua inatividade nos grevistas.
Nos três casos devem pensar que a população é burra e/ou alienada, claro que existem os partidários, defensores do indefensável, que farão de tudo para proteger sue governo de críticas, estes classifico na categoria dos iludidos, uns por confiança cega, outros por um cargo de confiança.
Para conseguirmos alterar este quadro devemos passar por uma revolução cultural, onde todos entendam ser dever do Estado cuidar dos cidadãos e não um favor que o mesmo lhe presta.
Mas isso é utopia. O Estado continuará a ser visto como a grande mãe.
Assim caminha a mediocridade...