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01 junho, 2015

Segunda...

Nosso feudo, como todo feudo com muitos habitantes, passa por um problema de super população nos cemitérios, estão praticamente lotados.
Enterrar pessoas é solução milenar, além de poluente, com grandes riscos ao lençol freático, se bem que daqui a milhões de anos existe a possibilidade de termos petróleo ali.
Também milenar, é a prática, em várias culturas, de incinerar corpos inanimados, ou melhor, cremar, e nem tínhamos as tecnologias atuais que eliminam odores, evitando a ocupação de espaços urbanos.
Escrevo isso por que Elliv Nioj insiste em não liberar o funcionamento de um crematório, criam vários entraves que revelam a mentalidade tacanha que ainda predomina, o feudo insiste em não entrar no século XXI.
Se bem que, como dizem os antigos, “tem carroço neste angu”. É só investigar que aparece.

Assim caminha a mediocridade...

25 junho, 2014

Quarta...

Tem um assunto local que da a dimensão da capacidade de evolução de parte da sociedade local, o caso do Crematório, é uma vergonha, argumentos infantis, só falta dizer que será no estilo Indiano ou Viking, uma fogueira a céu aberto.
Alegam que desvaloriza a região, a turma do Atiradores que o diga, verifiquem como é “barato” um imóvel vizinho ao Cemitério Municipal, que, convenhamos, tem um impacto de vizinhança muito maior.
Como diriam mais experientes, “tem caroço neste angu”, podem apostar.
Não polui, não exala odores (não é aquela fogueira que costumam fazer para queimar folhas), não é o tipo de cerimônia popular, normalmente restrita a familiares, ou seja, se bobear, na maioria das vezes, passará despercebido.
Os contra devem fazer parte dos que pensam que elevados servem para enfiar a cidade e servir de moradia para desabrigados, que bicicleta é solução para a mobilidade em Joinville, que insistem que VLT não serve, coisas do gênero.
Tem horas que sinto pena de quem tem que administrar Joinville.
E assim caminha a mediocridade...