03 setembro, 2015

Quinta...

Como é dura a realidade das tais atividades físicas...


02 setembro, 2015

Quarta...

Fidelidade é o termo com origem no latim fidelis, que significa uma atitude de quem é fiel, de quem tem compromisso com aquilo que assume.

Trago a tona este conceito por pensar ser esta umas das grandes qualidades do Sr. José Dirceu, além de excelente consultor (se é que existem outras).
Está preso, continuará preso, e assim como no caso do Mensalão, não delata, não faz acordos, diferente de muitos de seus pares, inclusive de seu mentor. Ou seja, é fiel e leal aos seus chefes.

Embora neste caso só sirva para retardar o óbvio, chegarão ao seu mentor brevemente. É só questão de tempo e coragem.
Coragem o Juiz Moro já mostrou que tem.

01 setembro, 2015

Pingos sem is

Terça...

Tem uma propaganda (para isto tem dinheiro) atual elencando os grandes feitos da administração municipal em relação à gestão do dinheiro, cita diversas obras, principalmente na área de saúde, como reformas dos postos de saúde, do PA Norte, etc., só esquece-se de citar que elas só ocorreram por ordem judicial, ou seja, forma obrigada pela justiça.

Assim como a trocas das luminárias dos postes, a COSIP é cobrada e TEM que ser utilizada, mesmo que seja em retrabalho ou desperdício, como trocar luminárias com menos de três anos; são mais eficientes, diriam alguns, porém já existiam na época da primeira troca, se bem que isto é "obra" da outra administração, que preferiu estas, de capa vermelha, por motivos óbvios.
Ou seja, estamos sendo administrados pelo Ministério Público.

Já o governo federal, em uma atitude ousada e corajosa, envia ao Congresso um orçamento com R$ 30 bilhões de déficit, um claro pedido de ajuda, algo do tipo, cortem o que não tive coragem de cortar, pois sugere o corte nas despesas obrigatórias, o que é inconstitucional.


Pois bem, tenho uma sugestão, circula pelas redes sociais um dado sobre o valor desviado pela corrupção no país, algo entorno de R$ 84 bilhões, sendo assim, recupere, eliminem, ao menos metade deste valor, já teriam um lucro de R$ 12 bilhões. Simples assim...

31 agosto, 2015

Elliv Nioj

Segunda...

Voltei a residir em Elliv Nioj há mais de 30 anos, vi-a passar por períodos de péssimas administrações, porém nada tão pífio como a atual.
O atual alcaide realizou campanha eleitoral alardeando “aos quatros ventos” que o problema do feudo é puramente administrativo, baseado na péssima administração da época, que havia dinheiro, só estava mal gerido, que com o orçamento existente tudo seria possível.
Pois bem, passados três anos nada melhorou, aliás, piorou, chegando à situação tragicômica, na qual o secretário das finanças declara para a imprensa que a alcadia não tem como pagar os fornecedores. Um absurdo.
Apesar de arrecadação ter aumentado, alegam o aumento das despesas, principalmente com a folha salarial, que realmente aumentou, embora abaixo da inflação; e como não há contratação de grande monte, foi o crescimento vegetativo, que deveria estar previsto.
Deveria, porém, pelo o que parece não o foi, afinal, fazer previsão de crescimento de despesas é só um dos princípios básicos da administração.
Ou seja, assim caminha a mediocridade...


Ainda bem que isso só acontece no virtual, imaginem se o caos acontecesse no real.

28 agosto, 2015

Sexta...

A receita de hoje “ce est très savoureux, jouir.”

Blaquette de Veau (guisado de vitela)
Ingredientes:
1 kg de vitela
200 ml de vinho branco seco
60 g de cenouras
60 g de cebolas
40 g de manteiga
40 g de farinha de trigo
2 dentes de alho
1 gema de ovo
Suco de 1 limão
1 raminho de tomilho ou manjerona
1 folha de louro
Talos de salsa a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto
Preparo:
Corte a vitela em pedaços regulares. Tempere com sal e pimenta.
Coloque-os em uma panela e cubra com água fria.
Adicione o vinho branco, as cenouras e as cebolas cortadas em rodelas. Acrescente o raminho de tomilho, a folha de louro, os talos de salsa, o sal e a pimenta. Leve ao fogo médio.
Assim que levantar a fervura, tire com uma escumadeira a espuma que formar.
Diminua o fogo para a temperatura baixa e deixe cozinhar por 2 horas, ou até que a carne esteja macia.
Após este período, separe a vitela da panela e reserve a carne. Coe o caldo.
Em uma panela, derreta a manteiga e adicione a farinha de trigo. Mexa bem e deixe cozinhar até que a farinha adquira tonalidade amarela.
Umedeça a mistura com o caldo da carne, mexendo sempre.
Após utilizar todo o caldo, coloque os pedaços de carne e deixe cozinhar por 10 minutos em fogo brando.
Por fim, adicione uma mistura de gema de ovo com um suco de limão.
Mexa bem.
Sirva quente com champignons cortados em lâminas; pequenas cebolas cozidas (por 25 minutos) na manteiga e arroz branco.
Obs.: A vitela pode ser substituída por mignon ou contrafilé.


Bom final de semana.

27 agosto, 2015

Importante

Quinta...

Melhor não discutir, nem tentar entender; faça cara de paisagem e acene, apenas acene...

25 agosto, 2015

Propositivo

Terça...

Como trabalho com educação há, só, 27 anos atrevo-me a sugerir uma nova revolução, ou como gostam os pedagogos, um novo paradigma, que na realidade não inova (na acepção da palavra), apenas funde teorias em busca de um ensino propositivo.

Peguemos a “pedagogia de amor” e a transformemos, amar é, acima de tudo, cuidar, saber dizer não, exigir responsabilidade, ensinar a respeitar o próximo e a si mesmo.

O mestre Içami Tiba já escreveu Quem Ama, Educa”; educar, acima de tudo, implica em definir limites, níveis de autoridade, cobranças recíprocas.
Ou seja, cobrar resultados, não exigir resultados, para isto devemos unir esta teoria a princípios administrativos, criarmos metas para o educando atingir, assim como criarmos meios para que alcance destas metas, com materiais didáticos e condições pedagógicas dignas.

Isto demanda investimento dos gestores (o primeiro problema) e comprometimento dos educadores (o segundo problema), pois o exemplo deve vir de cima, algo do tipo, desejas pontualidade, sejas pontual, respeite e serás respeitado, assim por diante.

Porém, como já discorri por este blog, o comprometimento anda esquecido em algum cantinho do cérebro.

Mas há tempo para resgatá-lo, ou não?

Ps.: se gostaste da ideia ajuda-me a desenvolvê-la.

24 agosto, 2015

Sine qua non

Segunda...

Aos poucos os habitantes de Elliv Nioj estão descobrindo que não falta falcatrua, a notícia da vez é a respeito de uma prática ilícita dos nobres edis; a de exigir parte dos salários dos apaniguados, os famosos comissionados, condição sine qua non para continuarem nos cargos.
Prática originada em priscas eras, inclusive executada por alguns partidos políticos que possuem a abjeta norma que exige que eleitos e/ou portadores de cargos públicos doem parcelas significativas de seus salários para o próprio partido, um absurdo.
Uma característica deste feudo é votar na pessoa, com raras exceções se preocupam como o partido, o que é fá de se notar, pois muitas vezes elegem o alcaide de um partido e edis de partido de oposição.
Isto se deve a falta de informação que a maioria recebe sobre como funciona a composição dos poderes, assim, votam por simpatia, amizade, revolta, etc., pouco importando o partido e, muito menos, sua linha de atuação, ou melhor, sua doutrina partidária. Infelizmente.

Assim caminha a mediocridade...

21 agosto, 2015

Sexta...

Esta semana temos uma receita vegetariana que pode ser servida com uma boa salada verde e/ou bom filé. Enjoy.

Lasanha de batatas
Ingredientes:
02 batatas grandes sem casca cortadas em fatias finas
1 lata de creme de leite com soro
1 copo de requeijão cremoso 
½ cebola picada 
200 g de mussarela 
200 g de queijo suíço ou prato fatiado
100 g de queijo cheddar fatiado
100 g de queijo parmesão ralado
Ervas aromáticas (manjericão, tomilho, basílico, orégano)
Pimenta-do-reino e sal a gosto.
Preparo:
Corte as batatas bem finas, coloque em água e sal e reserve.
Misture bem o creme de leite com a cebola picada, a metade do queijo parmesão e o requeijão cremoso; tempere com sal, pimenta e as ervas aromáticas. 
Montagem:
Prepare um pirex untado com manteiga escorra bem as fatias de batatas e cubra o fundo com algumas fatias, acrescente, por cima, um pouco do creme, completando com algumas fatias de queijo mussarela e prato. 
Cubra a primeira camada com mais batatas fatiadas e o queijo cheddar junto com o creme.
Alterne as camadas até chegar à última.
Cubra com o resto do creme, com 50 g de queijo parmesão ralado e fatias de cheddar e mussarela. 
Leve ao forno preaquecido (185ºC) por trinta minutos.

Dicas: Monte em uma pequena travessa retangular. Verifique com um garfo se as batatas já estão cozidas.


Bom final de semana.