25 maio, 2015

Segunda...

O Reino dos Manguezais está passando por uma crise que há anos não víamos; os erros econômicos gerados pela péssima administração da atual rainha estão trazendo o povo para as ruas, uns para protestar, outros para mendigar, deve ser a tal ascensão social tão decantada pelos seguidores reais.
A corrupção está minando a força de investimento tal seu vulto, enorme, depredador, criminoso, vilipendiador, assim por diante.
Une-se a isso a incompetência, está enraizada nos meandros governamentais, nos três níveis de governo, gasta-se milhões nos projetos e migalhas na execução dos mesmos.
Pergunto aos amigos leitores (aos inimigos também), qual o último grande investimento de algum dos governos no feudo? Qual saiu do papel?
Pois é, não tem. Ainda bem que só acontece no nosso reino virtual.

Assim caminha a mediocridade...

22 maio, 2015

Sexta...

Carne com batatas costumam combinar, inclusive com purê, cuja origem é francesa, nesta receita, ele é aplicado de uma maneira diferente: envolve a carne e é assado. 

Fraldinha assada com crosta de purê de batatas
Ingredientes:
1 kg de Fraldinha
1 kg de batata
½ xícara de creme de leite
Pimenta a gosto
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
1 xícara de queijo parmesão
Sal a gosto
2 colheres de sopa de suco de limão
1 xícara de suco de laranja
Preparo:
Coloque a carne em uma assadeira, tempere com o sal, a pimenta e o suco de limão.
Regue com o suco de laranja, cubra com papel-alumínio e asse no forno preaquecido a 200ºC durante 40 minutos, regando de vez em quando com o molho que se forma na assadeira.
Cozinhe as batatas na água com sal até ficarem bem macias, escorra e esprema ainda quente.
Coloque-as em uma panela, misture a manteiga, o creme de leite e cozinhe sem parar de mexer por 3 minutos.
Desligue o fogo e misture o queijo.
Deixe esfriar um pouco e cubra a carne com o purê.
Volte para o forno e asse mais durante 20 minutos ou até dourar.
Fatie a carne e sirva com o molho da assadeira.


Bom final de semana.

20 maio, 2015

Quarta...

Enquanto o Brasil é vendido para a China o debate em Joinville é sobre os jacarés do Cachoeira, descobriram, pasmem, que existe mais de um, e que o rio, mesmo poluído, provavelmente com metais pesados, tem vida.
Enquanto isso a Câmara discute novos nomes para a Ponte do Trabalhador e para a Arena.
Assunto muito relevantes para o desenvolvimento da cidade e que servem para encobrir a inoperância administrativa instalada, e enraizada, na cidade.
Voltando ao Brasil, denúncias eclodem nada é feito, a não ser por um juiz solitário no Paraná, que terá que lutar para que suas investigações não sejam engavetadas, ainda mais depois da votação de ontem no Senado.

Vivemos a politica do “farinha pouca, meu pirão primeiro”, talvez um dia mude, mas será preciso um “reset” geral, ou não?

19 maio, 2015

Terça...

A previdência social no Brasil inicia-se em 1923 com as Caixas de Aposentadorias e pensões (CAPs), criadas pela lei Elói Chaves, porém o formato atual tem seu início em 1945 com a criação do ISS (Instituto de Serviços Sociais) com o Decreto n° 7.526 de 7 de maio de 1945.
Em 1964, foi criada uma comissão para reformular o sistema previdenciário, que culminou com a fusão de todos os Institutos no INPS (Instituto Nacional da Previdência Social), criado por Eloah Bosny em 1966. Em 1990, o INPS se fundiu ao Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS) para formar o Instituto Nacional de Seguridade Social (INAMPS).
O INAMPS, que funcionava junto ao INPS, foi extinto e seu serviço passou a ser coberto pelos SUS (Serviço Único de Saúde) e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Esta mudança veio a corrigir um erro crasso da década de 70, que foi a utilização do dinheiro arrecadado pela previdência para cobrir gastos com saúde e afins, isto gerou um “rombo” impagável nas contas da previdência, “rombo” que sobrou para nós, os usuários.
Por este motivo estão, em cada governo, dificultando a aposentadoria, visando manter o cidadão no mercado de trabalhado, arrecadando.
Pior, se por acaso o aposentado retornar ao mercado de trabalho voltará a depositar na conta do INSS, sem poder se aposentar novamente e nem receber o que pagou após aposentadoria, uma usurpação legitimada.
Isto causa dicotomia, sendo que se aumenta a permanência do cidadão no mercado de trabalho não se cria a vacância necessária para absorver as pessoas que adentram ao mercado, ou seja, cria-se o desemprego por falta de renovação, principalmente com a economia estagnada como a atual.

E assim caminha a mediocridade...

18 maio, 2015

Segunda...

Elliv Nioj  ainda vive a “ressaca” de ter perdido, de maneira repentina, a sua eminência parda, muito políticos já sentem a perda, porém nenhum mais que o nobre Alcaide, com uma administração pífia a única chance de recondução ao cargo seria com o apoio da eminência, o mesmo que ocorreu na eleição passada, embora muitos soubessem que não passava de uma engodo, onde ganhou na calada da noite.
Hoje o feudo, a exemplo do Reino, sofre pela inoperância da atual administração feudal, fica usando o discurso da “herança maldita”, o mesmo da administração anterior, de igual inoperância, porém sem o “inferno astral” da atual.
Há seis anos e meio o feudo estacionou, não evolui, nem obras elencadas da administração que se encerou em 2008 foram levadas a cabo.
Mas devemos manter a calma, tudo indica que em 2016 acaba o martírio, se sobrar feudo.

Assim caminha a mediocridade...

15 maio, 2015

Sexta...

A opção de molho de tomate com camarões e funghi secchi para acompanhar massas e, à primeira vista, parecer estranha, mas acreditem, combina bem, muito bem...

Talharim ao molho de camarão e funghi

Ingredientes:

300 g de talharim
250 g de camarão branco limpo
15 g de funghi secchi
½ xícara de vinho branco seco
1 dente de alho picado
1 colher de sopa cebolinha verde picada
250 ml de polpa de tomate
Pimenta calabresa a gosto
Azeite extravirgem
Sal
Pimenta do reino branca moída
Preparo:
Hidrate o funghi no vinho e deixe descansar por 20 minutos. 
Retire os pedaços de cogumelo, escorra-os bem e corte-os em pedaços menores. Reserve o líquido (coe).
Coloque a massa para cozinhar de acordo com as instruções da embalagem para que fique al dente.
Enquanto a massa cozinha aqueça um fio de azeite em uma panela e refogue o alho sem deixar dourar.
Acrescente os camarões, dê uma mexida rápida e, em seguida, acrescente a polpa de tomate, 2/3 do líquido usado para hidratar o funghi e o funghi.
Tempere com sal e pimenta do reino e deixe cozinhar por mais ou menos 4 minutos.
Por fim, coloque a pimenta calabresa, se for usar.
Escorra a massa e envolva-a com o molho antes de servir.
Salpique cebolinha picada por cima.


Bom final de semana.

14 maio, 2015

Quinta...

Onde será que ficou para minha calça velha, azul e desbotada?


13 maio, 2015

Quarta...

Enquanto o aparelhamento caminha a passos largos a educação, a tal pátria educadora, caminha como um caranguejo, lateralmente, quando não para trás.
Deu-se a ilusão aos estudantes de baixa renda que poderiam estudar em universidades particulares com ajuda do governo, muito acreditaram, hoje estão a espera de um milagre.
Criaram limitadores, nota no ENEM, avaliação dos cursos, e o dinheiro não veio.
O programa foi criado para cobrir a falta de investimento de ensino público, com muita publicidade e pomba, porém nasceu sem critérios, no melhor estilo eleitoreiro.
Resultado, como qualquer sistema financeiro sem lastro, quebrou e a ilusão virou pesadelo.

Assim caminha a mediocridade... 

12 maio, 2015

Terça...

Primeiro quero cumprimentar o povo joinvilense pela educação demonstrada ontem, respeitando o momento, mesmo com a Presidente presente na cidade, inclusive acompanhada do Sen. Renan Calheiros, não protestou, não ofendeu, soube preservar o momento.
Porém que o governo não se iluda, a cidade é educada, mas quer distância do PT e sua turma.
Já pelo reino dos manguezais o marasmo continua imperando acompanhado da negligência com os serviços públicos, se isto é modelo de boa gestão estamos perdidos, neste caso prefiro as más.
Se bem que não é exclusividade nossa, nos níveis estadual e federal não é diferente, assim como a dengue, virou endemia.

E o povo? Já dizia o saudoso Deputado Justo Veríssimo “O pobre que se exploda”.