30 setembro, 2016

Sexta...

Neste domingo temos eleição, pelos candidatos apresentados o prato é indigesto, mas nossa receita não, a de hoje é à moda parisiense, rápida, fácil e muito saborosa.

Macarrão à Parisiense
Ingredientes:
400g de espaguete
500g de lombo canadense
1 cebola ralada
3 dentes de alho triturados
2 colheres de sopa de manteiga
250g de ervilhas congeladas
400 ml de creme de leite 
Noz moscada ralada
Pimenta do reino a gosto
Sal
Queijo parmesão ralado
Preparo:
Descongele as ervilhas*
Cozinhe a massa em água fervente com sal e um fio de azeite. Após cozida escorra e reserve.
Em uma panela derreta a manteiga e acrescente a cebola e refogue, adicione o alho e o lombo canadense e misture.
Adicione as ervilhas, o creme de leite, a noz moscada, a pimenta do reino e o sal, misture bem até que todos os ingredientes estejam incorporados.
Em um prato de sua escolha coloque uma quantidade de massa e jogue o molho por cima, salpicando queijo parmesão ralado.
Sirva a seguir.
* 30s no micro-ondas bastam.


Bom final de semana...

28 setembro, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Primeiro deixo claro que sou favorável à reforma do Ensino Médio, aliás, tardia e necessária, porém quero retomar um assunto já descrito por estas parcas linhas.

O Ensino Fundamental, mais especificamente o Fundamental 1; de nada adianta reformar o Ensino Médio, mesmo que a mesma baseie-se no pífio resultado das avaliações, sem uma reforma ampla e pontual no Ensino Fundamental, o atual 2º ano possui onze disciplinas, sim uma criança de sete anos tem que conviver com onze disciplinas, sendo que esta é a idade certa para aprendermos a ler e escrever, somas e subtrações básicas.
Como temos este universo de disciplinas tudo vai sendo “aprendido” no estilo “mais ou menos”, sendo que sem boa base tudo que vem após fica prejudicado.

Muitos pedagogos espernearão, defenderão com “unhas e dentes” a diversificação das disciplinas, mesmo assim proporei uma grade curricular para as séries iniciais.

Seriam sete disciplinas, Português, Matemática, Inglês, Estudos Sociais, Ed. Física e Artes, com ênfase em Português e Matemática, as demais disciplinas seriam adicionadas a partir do 3º ano.

Não seria difícil, nem oneroso, apenas um rearranjo na grade curricular, simples assim.

Se bem que o que é simples não interessa aos grandes teóricos “pedabobos”.


Assim caminha a mediocridade...

27 setembro, 2016

Xis da questão...

Terça...

Em um jornal local na edição de ontem alguns candidatos a prefeito citaram a criação e/ou ampliação de um cadastro da saúde, uma ideia boa, que seria desnecessária se um programa do governo federal, lá do tempo do governo Lula tivesse sido levado a cabo.

Creio que muitos devem lembrar que tivemos que nos cadastrar no Cartão SUS, tenho o meu na carteira até hoje, pois ele permitiria o acesso ao sistema público de saúde.

A cada atendimento as informações do mesmo seriam inseridas no sistema, desta forma os dados estariam disponíveis em próximo atendimento, ajudando futuros diagnósticos.
Este cadastro estaria disponível inclusive para a rede privada, que também deveria alimentar o sistema.
Pois bem, como tudo deste governo, mesmo as boas ideias, ficou pelo caminho.
Hoje as clínicas têm seus sistemas próprios, desta forma temos vários cadastros, tendo que repetir os dados quando mudamos de clínica.

Outro assunto presente é o ensino em turno integral, o que é bom, porém de nada adianta turno integral sem professores comprometidos, sem inovações didático-pedagógicas, de nada adianta aumentar o número de aulas baseadas na técnica milenar de “cuspe e giz”; eis o grande “xis” da questão, como aumentar o número de aulas sem representar o aumento da mesmice?
Pois é, falar é fácil, quero ver fazer.


Assim caminha a mediocridade...

26 setembro, 2016

Edis..

Segunda...

Faltam 5 dias para elegermos os nobres Edis que legislarão sobre o futuro de nosso feudo, acompanhando a campanha, confesso que não como deveria, até porque é muito mal elaborada, notei que grande parte dos candidatos não tem a mínima noção do que faz, ou melhor, qual a função de um Edil.

Prometem resolver problemas da esfera administrativa, como o problema da saúde, doce ilusão, pode se muito fiscalizar e investigar e, se for o caso, punir, sua principal função é produzir leis para auxiliar na gestão pública, sem “invencionismos”.

Portanto prestem bastante atenção em quem votarão para Edil, cuidado, muitos estão ali só para locupletar-se no poder.
Assim sendo, considero muito importante elegermos uma Câmara atuante, fiscalizadora e que, acima de tudo, queira o melhor para Elliv Nioj, diferente da atual.

Claro que um Alcaide proativo também é necessário, ou seja, um bem diferente do que ai está e tenta se reeleger e de seu antecessor.


Assim caminha a mediocridade...

P.S: Esta é uma obra de ficção,  mas bem que podeira ser real, as cidades melhorariam muito.

23 setembro, 2016

Sexta...

A receita de hoje é um pouco mais elaborada, não difícil, apenas elaborada...

Contrafilé com crosta de ervas
Ingredientes:
1,5 kg de contrafilé
1,5 kg batata
400 g de queijo minas ralado 
400 g de queijo gruyère ralado
1 l creme de leite
Manjericão
Cebolinha verde
1 dente de alho
100 g de queijo provolone ralado
6 fatias de pão de forma
Azeite
1 colher de sopa de manteiga 
1 cebola  picada
250 ml de vinho Cabernet sauvignon
1 colher de sopa de açúcar
Sal
Pimenta do reino
250 ml de água
Preparo:
Comecemos pela crosta, triture pão de forma sem casca até ficar granulado.
Pique, manjericão, alho, cebolinha e misture em uma tigela com o pão de forma. Adicione provolone e misture novamente. Reserve.
Descasque e coloque as batatas em uma panela, cubra com água, salgue e cozinhe até espetar uma faca e ela entrar com facilidade. 
Esprema as batatas duas vezes.
Coloque o purê em uma panela grande (se possível de teflon), acrescente o creme de leite abaixe o fogo e misture devagar.
Acrescente o queijo minas ralado e depois o gruyère.
Misture bem.
O ponto ideal é quando estiver bem elástico.
Corte o contrafilé no formato tornedor (circular com cerca de 4 cm de altura).
Espalhe sal em uma forma, coloque os filés sobre o sal, e polvilhe sal sobre as mesmas, inclusive lateralmente, coloque pimenta a gosto.
Em uma frigideira, aqueça um fio de azeite e derreta a manteiga, sele as peças de todos os lados, cuidado para não queimar.
Coloque um fio de azeite sobre todas as peças e distribua a crosta por cima de cada peça, aperte um pouco para aderir, acrescente um fio de azeite sobre a crosta.
Leve ao forno 180ºC por até 30 min.
Aperte a carne para sentir que ela não esta ficando dura e seca.
Coloque um fio de azeite na frigideira que os filés foram selados e doure a cebola.
Acrescente o vinho. 
Deixe reduzir.
Acrescente uma colher de sopa de açúcar, misture e deixe reduzir, salgue, acrescente a água (250 ml) e deixe reduzir novamente.
Coe e reserve.
Monte o prato nesta sequência: vinho, purê, filé.


Bom final de semana...

21 setembro, 2016

Pingos sem is...

Quarta...

Banalização da vida, da violência; um menor é assassinado por outro por ter tirado uma foto ao lado de policiais militares promovendo a segurança. Crime hediondo cometido por motivo torpe cometido por um menor.
O que acontecerá com ele? Nada, a lei o protege.

Pior é saber que ainda existem sociólogos, defensores dos direitos humanos que o defenderão tenazmente, ou seja, parceiros da criminalidade.

Redução da maioridade penal já!

Melhor parar por aqui...


Assim caminha a mediocridade...

20 setembro, 2016

Sopa de letras...

Terça...

Somos mesmo um país sui generis no quesito partido político, temos 35 legendas, sendo que a maioria delas é só legenda, nada mais, está longe de ser um partido, possuir ou seguir alguma ideologia (se é que algum tem).

Grande parte destas são apenas legendas de aluguel, para acomodar parte de integrantes de outro partido, ou nascem pelo excesso de “humildade” de algum político que cria uma legenda para candidatar-se a presidente por não ter espaço no partido de origem.

Isto resulta nas mas várias coligações, por mais estapafúrdias de pareçam, com no caso local, onde estão coligados PMDB e PCdoB, sendo que o candidato do PMDB é um empresário, ou seja um capitalista, ou seja, algum dos dois, ou os dois, não fazem ideia do que significa o termo Comunista.

Isto posto é só para demonstrar a urgência de uma reforma política, que se aglutinem em no máximo 5 partidos, que acabem com o fundo partidário (chega de financiar “partidecos”), coloque-se freios na criação de novos partidos, quem sabe assim as coisas melhorem um pouco.
Se bem que esta é mais uma que vai para série das utopias.

Assim caminha a mediocridade.... 

19 setembro, 2016

Utopia...

Segunda...

A eleição para novo alcaide está próxima, restam 14 dias para a escolha do novo alcaide, li em um artigo que Elliv Nioj está jogada a própria sorte, pois corre o risco de eleger mais do mesmo, aquele de vem com requintes de inferno astral, o que está muito longe de ser considerando sorte, portanto não dependa da sorte, mas sim da capacidade de análise do eleitor, se bem que isto não existe; então, reconsiderando, ele está certo.

Quanto a tal eleição confesso que ainda não estou convicto de em quem votar, embora saiba muito bem em quem não votar, considero a alternância de poder essencial para a democracia, que devemos “arejar” a Alcadia, afastar as nuvens negras que circundam o castelo.

Porém, para felicidade de alguns, algumas áreas, ou melhor, alguns paradigmas não serão alterados com a troca do alcaide, pois estão enraizados nos funcionários, na filosofia do de tal departamento, este fundamental para o desenvolvimento do feudo, pois trata de sua evolução urbana.

A força deles é tanta, que conseguem interferir até em projetos dos governos Estaduais e Federais, principalmente quando estes projetos incluem elevados pra dar fluência ao trânsito, convence a transformá-los em rótulas, normalmente com formatos esdrúxulos, ineficientes e ineficazes.

Mas voltemos as “vacas frias”, de nada adianta eleger um alcaide e eleger edis que não coadunem com as propostas do alcaide, nem eleger uma câmara que diga amém ao mesmo. Que convenhamos, uma câmara consciente de que deve trabalhar pelo bem do feudo é utópica. Ou não?


Assim caminha a mediocridade...

PS.: Isto é uma obra de ficção, qualquer semelhança será mera coincidência.